
A imprensa política e econômica sempre mostram novos investimentos do governo, novas parcerias que visam favorecer o setor de transporte rodoviário, modernização de aeroportos, entre outros setores, com o objetivo de melhorar as condições de transporte de cargas e assim promover mais trocas comerciais, na tentativa de manter um superávit e promover a “nacionalização da economia”, que tem exportado pouco nos últimos tempos e logicamente elevado o volume de importações.
Para o nosso trabalho a coisa ganha um âmbito maior, pois durante o curso estudamos aspectos logísticos aplicados ao Comércio Exterior, e agora temos que promover uma exportação, onde a logística tem uma gama maior de fatores, pois não só o transporte, envolve questões políticas e fiscais de outros países. Não é o nosso objetivo sairmos craques em transporte internacional, até porque o tempo é curto para absorver tal conhecimento que é tão extenso.
Se tratando da visão macroeconômica, temos que estabelecer um plano logístico para a entrega da nossa carga no tempo ideal, na quantidade certa, dentre outras coisas. Envolvemos aqui também a importância do Incoterms e como aplicaremos na nossa negociação.
O mais importante para nós é salientar que é indispensável absorver uma boa base conceitual e estabelecer uma análise do que é o transporte no Brasil. Devemos estudar formas de canalizá-lo fazendo as melhorias urgentes que são necessárias e assim continuar promovendo as trocas comerciais com outros países, tentando mudar o quadro econômico e almejando o equilíbrio da balança comercial do nosso país. Não esqueceríamos de colocar novamente a idéia de que o setor público precisa investir mais neste cenário (todos estão conscientes disso). Após uma base teórica sólida e criando um poder de análise do dia-a-dia do cenário brasileiro, poderemos aliar ao Marketing Internacional e ao conhecimento dos mecanismos de comércio internacional de outros países que iremos nos relacionar.
Não tem como falar de exportação se não falar de planejamento e conhecimento da realidade do transporte internacional, que envolve desde a parte marítima até as vias terrestres de destino (no caso do nosso trabalho, que não envolve transporte aéreo). Base segura para garantir a entrega conforme o previsto e assim, em uma visão mais ampliada, depositar mais seriedade ao Brasil que carece de uma boa posição (em vários fatores) no cenário do mercado internacional.
Por ANGELO BONESI
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