31 de out. de 2008

Como negociar com a Espanha - dicas


Achamos este livro muito útil na elaboração do trabalho e provavelmente todos os grupos devem ter pesquisado nele. Como Negociar Qualquer Coisa Com Qualquer Pessoa em Qualquer Lugar do Mundo, de Frank L. Acuff, reúne informações culturais de cada país, dados importantes na hora de criar a pauta da negociação. Como vamos negociar com a Espanha, abaixo listamos algumas características da cultura espanhola para aplicarmos na negociação:

Cumprimentos
De a mão nos encontros e despedidas. Os homens devem esperar que as mulheres estendam primeiro a mão.
Os abraços ocorrem apenas entre amigos.
Use o título da pessoa (Sr. Sra. ou Srta.) seguido do sobrenome. Usa-se Don e dona, seguidos do primeiro nome, em sinal de respeito.
Na comunicação escrita acrescenta o sobrenome materno ao nome (por exemplo, Sr. Francisco Martinez Rodrigues).
Quando uma pessoa mais velha se dirigir a você pelo primeiro nome, não retribua da mesma forma, a não ser que ela insista.

Conversação
Os espanhóis gostam de falar sobre suas famílias, e sobre a sua historia, cultura, e o rápido crescimento econômico da Espanha.
O futebol é um esporte nacional muito popular. Muitos espanhóis são ligados ao tênis, ao basquete, a natação, ao esqui de neve e a caça.
As touradas são populares, sendo consideradas ao mesmo tempo um esporte e uma arte.
O contato físico entre as pessoas ocorre muito mais freqüência do que em outros países da Europa Ocidental.

Sensibilidade
Os espanhóis gostam de falar sobre política. Recomenda-se ouvir mais que falar.
Evite comparações com os Estados Unidos.
Não critique as touradas. Os espanhóis as consideram como parte importante da sua cultura.

Dicas importantes
Seja pontual, as reuniões de negócios geralmente começam dez a quinze minutos após a hora marcada.
O ritmo das negociações é lento.
Estabeleça um relacionamento solido confiança, harmonia e compatibilidade são essenciais para fazer negócios na Espanha.
Não faça algo constrangedor ao interlocutor. O orgulho e a honra na Espanha são muito importante nas negociações.
Abra espaço para fazer concessões. Embora a barganha seja parte do cotidiano espanhol, não regateie ao ponto de estragar o relacionamento.
Faça propostas pragmáticas e detalhadas. Esquemas grandiosos provavelmente não funcionarão.
Durante a siesta da tarde das 13:30 até as 16:30 não se realizam negócios.
Não fique constrangido com “conselhos ou retificações” dos espanhóis.
Eles acham que tem o dever de corrigir os “erros” dos outros.
Vista-se bem e fale de maneira mais articulada e eloqüente possível. As aparências são importantes.

Sugestões para o entretenimento associado aos negócios - Dica do dia a dia dos espanhóis
Atividades sociais ocorrem em restaurantes. Convites às casas podem ser apenas uma cortesia formal. Só aceite se o anfitrião insistir.
O almoço é por volta das 14: horas e costuma ser a principal refeição do dia.
Come-se uma (merienda) ao redor das 17 ou 18 horas. O jantar ocorre bem mais tarde, normalmente ao redor das 21 ou 22 horas, e não é tão forte quanto o almoço.
Se o jantar é formal indica-se o lugar para sentar. Leve um pequeno presente se for convidado.
A frase para brindar é salud, geralmente dita antes de beber uma taça de jerez (xerez), a bebida nacional.
Taxa de serviço de 15% nos restaurantes é freqüentemente incluída na conta. No contrario deixe uma gorjeta de 10 a 15%.

Modos à mesa e comida
Os elogios a culinária são bem recebidos.
Mantenha as mãos sobre a mesa e não os cotovelos.
Adota-se o estilo continental ao comer, com o garfo na mão esquerda e a faca na direita. Pode-se usar a faca para levar comida ao garfo, mas não use os dedos.
Coloque os talheres lado a lado sobre o prato quando terminar a comida. Do contrário é sinal que ira continuar comendo.
Algumas comidas típicas são vegetais frescos, carne, ovos, frango e peixe. A maioria dos alimentos são cozidos com azeite de oliva.
Entre os diversos pratos regionais da Espanha pode-se encontrar o gazpacho (sopa fria de vegetais), da província sulista de Andaluzia; paella (um cozido de frutos do mar, arroz e vegetais, da província de Valencia, marmitako (cozido de pescador) do país basco.
As refeições são acompanhadas de vinho.

Questões do Gênero
As mulheres envolvidas em negócios internacionais não devem se surpreender com atitudes machistas de muitos interlocutores espanhóis.
Apesar das mudanças em curso, são poucas mulheres com carreiras profissionais, e menos ainda em cargos de direção. A comunidade de negócios espanhola está polarizada sobre qual deveria ser a função apropriada das mulheres no mundo dos negócios.
A Espanha é um dos principais produtores mundiais de vinho.

30 de out. de 2008

Exportação passo-a-passo


1º) Preparar a empresa. Efetuar o registro de exportador na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC) ou na Delegacia da Receita Federal mais próxima.

2º) Selecionar um canal para a exportação dos produtos. Caso a exportação não seja direta, a empresa poderá utilizar consórcios de exportação, tradings companies, agentes de comércio exterior, empresas comerciais exportadoras etc.

3º) Identificar os mercados. Estabelecer contato com compradores (importadores) no exterior. Ao identificar o importador, fornecer informações sobre quantidade disponível, aspectos técnicos, condições de venda, prazo de entrega e preço unitário da mercadoria.

4º) Análise de mercado para avaliar a viabilidade da exportação. Uma vez identificado o mercado a empresa deve efetuar uma análise com relação a preços praticados no país, diferenças cambiais, nível de demanda, sazonalidades, embalagens, exigências técnicas e sanitárias, custo de transporte, e outras informações que influenciarão a operação.

5º) Contato inicial com o importador. Identificado o cliente, é imprescindível que seja enviado a ele o maior número possível de informações sobre o produto, pode-se utilizar catálogo, lista de preços, amostra.

6º) Confirmado o fechamento do negócio, o exportador deve formalizar a negociação enviando uma fatura pró-forma. Não existe um modelo de fatura pró-forma. Nela devem constar informações sobre o importador e o exportador, descrição da mercadoria, peso líquido e bruto, quantidade e preço unitário e total, condição de venda e modalidade de pagamento, meio de transporte, e tipo de embalagem.

7º) Caso não haja mercadoria em estoque o exportador deve-se agilizar a produção, atenta às questões como controle de qualidade, embalagem, rotulagem e marcação de volumes.

8º) Confirmação da carta de crédito. Embora haja outras formas de pagamento, o grau de segurança oferecido pela modalidade carta de crédito torna o instrumento o mais utilizado no comércio internacional. O exportador deverá pedir ao importador a abertura da carta de crédito. Ao final do processo o banco enviará cópia ao exportador.

9º) O exportador deverá providenciar a emissão dos documentos de exportação ou embarque.
Documentos necessários para circulação da mercadoria no país de origem:
- romaneio de embarque
- nota fiscal
- certificados adicionais, quando necessários
Documentos necessários para o embarque ao exterior:
- romaneio de embarque
- nota fiscal
- registro de exportação
- certificados- conhecimento de embarque (emitido após o embarque)

10º) Efetuar a contratação da operação de câmbio, ou seja, negociar com a instituição financeira autorizada o pagamento em reais ou a conversão da moeda estrangeira recebida pela aquisição das mercadorias exportadas. Esta operação é formalizada mediante um contrato de câmbio.

11º) Embarque da mercadoria e despacho aduaneiro. Após todos estes procedimentos deverá ser efetuado o embarque da mercadoria e desembaraço na aduana (alfândega). O embarque aéreo ou marítimo da mercadoria é efetuado por agentes aduaneiros mediante o pagamento da taxa de capatazia.
O embarque rodoviário é efetuado no próprio estabelecimento do produtor, ou em local pré-estabelecido pelo importador.
A liberação da mercadoria para embarque é feita mediante a verificação física e documental realizadas por agentes da Receita Federal nos terminais aduaneiros. Todas as etapas do despacho aduaneiro são feitas através do Siscomex.

12º) Preparação dos documentos pós embarqueDocumentos para negociação junto ao Banco (pagamento):
- Fatura comercial
- Conhecimento de embarque
- Letra cambial ou saque
- Carta de crédito (original)
- Fatura e/ou visto consular
- Certificados adicionais (quando necessário)
- Apólice ou certificado de seguro (caso a condição seja CIF)
- Borderô ou carta de entrega

Documentos contábeis (arquivamento):
- Fatura comercial
- Conhecimento de embarque
- Nota fiscal
- Apólice ou certificado de seguro
- Contrato de câmbio

13º) Apresentação dos documentos ao banco do importador. No caso da operação ter sido efetuada com carta de crédito deve-se apresentar ao banco indicado pelo importador os documentos que comprovem que a transação foi efetuada conforme combinado.

14º) Liquidação do câmbio. Após a transferência para o banco do exportador deverá ser feita a liquidação do câmbio conforme as condições descritas no contrato de câmbio. O recebimento deverá ser em R$ (reais).

Lula diz que relação com Espanha é extraordinária


Esta reportagem é de maio deste ano, e achamos muito interessante colocar neste momento estas informações.

No encontro desta quinta-feira (15), com primeiro-ministro da Espanha, José Luis Zapatero, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou solidariedade ao governo espanhol, pelo atentado ocorrido nessa quarta, na localidade de Legutiana, no País Basco, que matou um policial e feriu quatro pessoas. Lula disse que as relações entre Espanha e Brasil estão transcorrendo de forma "extraordinária", e que os espanhóis tem dado uma contribuição ao desenvolvimento do Brasil, por meio de investimentos. "Temos uma parceria estratégica com a Espanha", disse Lula acrescentando que certamente essa parceria crescerá.

José Luis Zapatero agradeceu a solidariedade que o Brasil sempre teve com a Espanha e disse que isso demonstra a irmandade e confiança no País. Ele disse que o Brasil e a Espanha vão intensificar as relações e que ambos são locomotivas essenciais na intensificação dos laços da América Latina e Europa. Zapatero disse que as empresas espanholas estão muito satisfeitas no Brasil por causa da segurança jurídica e da estabilidade econômica. Ao final da declaração conjunta, Zapatero disse que encontrou um Lula melhor do que nunca, igual ao Brasil.
Fonte: Agência Estado

28 de out. de 2008

Logística internacional: desafio para as empresas globais.


A imprensa política e econômica sempre mostram novos investimentos do governo, novas parcerias que visam favorecer o setor de transporte rodoviário, modernização de aeroportos, entre outros setores, com o objetivo de melhorar as condições de transporte de cargas e assim promover mais trocas comerciais, na tentativa de manter um superávit e promover a “nacionalização da economia”, que tem exportado pouco nos últimos tempos e logicamente elevado o volume de importações.
Para o nosso trabalho a coisa ganha um âmbito maior, pois durante o curso estudamos aspectos logísticos aplicados ao Comércio Exterior, e agora temos que promover uma exportação, onde a logística tem uma gama maior de fatores, pois não só o transporte, envolve questões políticas e fiscais de outros países. Não é o nosso objetivo sairmos craques em transporte internacional, até porque o tempo é curto para absorver tal conhecimento que é tão extenso.

Se tratando da visão macroeconômica, temos que estabelecer um plano logístico para a entrega da nossa carga no tempo ideal, na quantidade certa, dentre outras coisas. Envolvemos aqui também a importância do Incoterms e como aplicaremos na nossa negociação.

O mais importante para nós é salientar que é indispensável absorver uma boa base conceitual e estabelecer uma análise do que é o transporte no Brasil. Devemos estudar formas de canalizá-lo fazendo as melhorias urgentes que são necessárias e assim continuar promovendo as trocas comerciais com outros países, tentando mudar o quadro econômico e almejando o equilíbrio da balança comercial do nosso país. Não esqueceríamos de colocar novamente a idéia de que o setor público precisa investir mais neste cenário (todos estão conscientes disso). Após uma base teórica sólida e criando um poder de análise do dia-a-dia do cenário brasileiro, poderemos aliar ao Marketing Internacional e ao conhecimento dos mecanismos de comércio internacional de outros países que iremos nos relacionar.

Não tem como falar de exportação se não falar de planejamento e conhecimento da realidade do transporte internacional, que envolve desde a parte marítima até as vias terrestres de destino (no caso do nosso trabalho, que não envolve transporte aéreo). Base segura para garantir a entrega conforme o previsto e assim, em uma visão mais ampliada, depositar mais seriedade ao Brasil que carece de uma boa posição (em vários fatores) no cenário do mercado internacional.
Por ANGELO BONESI

Influência interessante


A bandeira de um município deve. ao mesmo tempo, ser simples, bela e conter, ainda, elementos que a identifiquem com a qualidade que simboliza e representa. A bandeira de Mar de Espanha procura. antes de mais nada. mostrar de maneira explícita possível a representação iconográfica do próprio nome do município, ou seja, as idéias de mar e Espanha. Para representar o primeiro. foram escolhidas as três faixas azuis. onduladas sobre fundo branco. A idéia de Espanha nos salta aos olhos pelo próprio aspecto da bandeira em suas divisões em três faixas horizontais, com a central de largura dupla das demais. As cores utilizadas na faixa inferior e na central, ou seja. vermelho e amarelo, respectivamente, são as cores de Espanha. A faixa superior em verde, justaposta à central em amarelo, rendem homenagem ao Brasil. As inserção do Brasão de Armas na parte esquerda da faixa central completa o desenho e fornece as demais informações sobre o município. A confecção da bandeira deve seguir o desenho modular específico, cujas proporções básicas são as do pavilhão nacional.
Por NEWTON BARBOSA DE CASTRO

Relações comerciais entre Brasil e Espanha

Achamos importante consolidar a visão das relações comerciais entre o Brasil e a Espanha, e pesquisando descobrimos mais informações que acrescentam muito ao nosso trabalho, e à formação da nossa compreensão econômica para o comércio internacional, lembrando que é indispensável que as nações mantenham relações recíprocas na área política e internacional, para haver esta integração econômica e continuar promovendo o mercado internacional, que é o que move o mundo. A evolução dos meios de comunicação e a agilização nas trocas de informação possibilitou uma conexão econômica e cultural entre os países, e este fator se mostra crescente, pois o turismo e o intercâmbio cultural contribuem para impulsionar. Um fator muito positivo para o Brasil, que está em uma posição econômica muitas vezes inferior às grandes potências (no nosso trabalho nos referimos principalmente à União Européia), é esta nova visão que mostra, em vários setores se destacando e se colocando como uma nação promissora, apesar de a nossa estrutura portuária e rodoviária carecer de investimentos. Abaixo segue alguns tópicos indispensáveis para abordar o assunto em questão:

O crescimento das exportações e importações espanholas nos últimos anos transformou o país em um dos mais internacionalizados do mundo.

Relatório elaborado pelo UNCTAD mostrou que o investimento espanhol no exterior foi de cerca de 38,77 bilhões de dólares em 2005. No comércio de mercadorias, o país é o 17º exportador e o 12º importador mundial. No comércio de serviços é o 7º exportador e o 10º importador mundial.

Quanto aos investimentos, a Espanha foi um dos principais receptores mundiais de investimento direto nos últimos anos. Em 2005 foi o 90º destino mundial de fluxos de investimento e o terceiro país da União Européia em número de filiais de empresas estrangeiras.

Foi a partir de 1995 que as relações entre o Brasil e a Espanha atingiram o ponto máximo de aproximação e dinamismo, coincidindo com as transformações introduzidas pelo Plano Real e pelo processo de internacionalização das empresas espanholas.

Atualmente, as relações comerciais entre os países estão em seu melhor momento. A presença comercial espanhola no Brasil aumentou de forma tão relevante que converteu o Brasil no segundo destino das exportações na América Latina, atrás somente do México. No ano de 2005 os investimentos líquidos do Brasil na Espanha alcançaram cerca de 151 milhões de euros.

Uma das operações de destaque em 2005 foi a compra que a GERDAU fez de 80% das ações do líder espanhol de aços especiais – Sidenor, em partes iguais com o Banco Santander - BSCH. A operação do grupo brasileiro e um grupo de diretores da companhia espanhola, que adquiriram os 20% restantes, foi realizada por um total de 443,8 milhões de euros.

Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro, as exportações espanholas ao Brasil foram de US$ 1, 33 bi no ano de 2005. Os principais itens das exportações brasileiras em 2005 foram complexo de soja, minério de ferro, café em grão, minerais, carne bovina, aço, produtos de pesca, madeira serrada e couro. Com maior agregado, tiveram destaque as exportações de móveis, tecidos de malha, calçados, suco de laranja e autopeças. Os principais produtos da pauta de importação foram peças para avião, petróleo, autopeças, veículos automotores e produtos químicos.
Empresas espanholas no Brasil
Telefônica S.A.
Editora Moderna Ltda.
Editora Planeta do Brasil Ltda.
KPMG Auditores Independentes
PricewaterhouseCoopers
Gesfor Brasil Sociedade Ltda.
Ambient Serviços Ambientais de Ribeirão Preto
Banco Santander Brasil S.A. (Grupo Santander Banespa)
Klabin S.A.
Wal-Mart Brasil
Mapfre Seguros
Iberdrola
Endesa
Repsol YPF
Projetos sociais
Em 2006, um grupo de 18 empresas associadas à Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil investiu US$ 72 milhões em projetos sociais, segundo um relatório apresentado no mês de outubro de 2007 em São Paulo.
O documento "Memória da Responsabilidade Social" foi divulgado pelo presidente da entidade, o espanhol Ramón Sánchez Díez.. As áreas de atuação são assistência social, preservação ambiental, cultura, educação, erradicação do trabalho infantil, infra-estrutura, segurança alimentícia e saúde, entre outras. A Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil foi criada em 1955 e conta hoje com mais de 450 associados dos mais diversos setores de atividade.
Turismo
A Espanha é o nono mercador emissor de turistas para o Brasil.
Em 2005, visitaram o Brasil 172.979 turistas espanhóis, o que representa um aumento de 11,29% em relação ao ano anterior, quando 155.421 turistas deslocaram-se da Espanha ao Brasil.
O potencial para incremento é muito expressivo, já que a parcela dos turistas que se dirigiram ao Brasil em 2004 é apenas 5,01% do total de espanhóis que viajaram ao exterior naquele ano.
Lula x Zapatero
Em encontro realizado no mês de setembro de 2007, o presidente Lula e o chefe do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero se comprometeram a estreitar ainda mais a já sólida relação bilateral entre os países, especialmente nos campos econômico e comercial.

"A Espanha e o Brasil vão estreitar sua cooperação, ir à frente da declaração de Brasília que assinamos em 2005", disse Zapatero. "Estamos começando uma nova fase" e "somos aliados estratégicos", afirmou o presidente brasileiro. A "Declaração de Brasília sobre a Consolidação da Parceria Estratégica Brasil-Espanha" foi assinada em 24 de janeiro de 2005.

No encontro, Lula também apresentou o PAC para o governo e empresários espanhóis. O PAC prevê investimentos em infra-estrutura no valor de mais de US$ 250 bilhões até 2010, segundo o presidente, que convidou a Espanha a se associar com seu país "na construção deste programa".

27 de out. de 2008

Marketing: não só publicidade

Achamos importante postar este texto de Roberto Benelli, pois mostra a visão do Marketing e sua relação com a publicidade.

O meu professor de psicologia comportamental da Universidade de Detroit, nos Estados Unidos, gostava de brincar sobre os efeitos do Marketing no comportamento do consumidor. O Marketing, ele falava, permite vender geladeiras no pólo norte e aquecedores no centro da África. Na verdade era só uma maneira humorística para definir o conceito, pois Marketing é uma verdadeira ciência muito mais complexa.

Através de constantes atualizações, uma correta metodologia de Marketing é indispensável em qualquer empresa e, em função disso, o departamento de Marketing faz parte hoje, com autonomia própria, da estrutura de muitas indústrias.
Marketing vem de market - mercado - e a expressão “to market” pode ser interpretada como Preparar e oferecer no mercado para vender e também promover e lançar no mercado. Na sua complexa articulação, o Marketing é uma disciplina que regulamenta o relacionamento entre a empresa e o próprio mercado e que chega a analisar com antecedência as demais situações que se referem ao consumidor e à concorrência. Então Marketing é uma especifica atividade da empresa, voltada a aperfeiçoar todos os fatores que permitem melhorar a comercialização de produtos e prestações de serviço, através da criação, identificação e estimulação das necessidades do potencial consumidor.

A atividade de marketing é associada à proposta de produtos ou serviços idôneos a satisfazer estas necessidades e condiciona todas as decisões relacionadas ao produto: características, visual, preço, tipo de publicidade, promoção, canais de distribuição e tipo de rede de venda. Marketing é criar as condições necessárias no mercado para que o produto seja procurado no momento que precisar, após uma divulgação apropriada e uma profunda analise do consumidor em todos seus aspectos.

A forte influência que esta atividade pode ter, em sinergia com as outras atividades empresariais para conseguir lucros, tem transformado o Marketing em uma verdadeira competência managerial, responsável das avaliações estratégicas que empenham os recursos da empresa na determinação dos objetivos financeiros a serem alcançados. É importante notar que a função prioritária do Marketing não é conseguir um maior lucro sobre o produto, mas estudar em todos os detalhes como “construir” um produto que tenha sucesso imediato. Um marketing adequado e proporcionado ao tamanho da empresa é, ou pelo menos seria, necessário em qualquer setor de atividade, artesanal como industrial e faz parte da mesma vida comercial dos mercados mundiais.

Marketing é analise e pesquisa muito antes de ser promoção, publicidade e estratégia de venda; Marketing é, sobretudo Comunicação, elemento indispensável para manter uma ligação direta com o consumidor. Todos os produtos da alimentação e de utilidade no cotidiano, assim como os artigos do mundo da moda, da indústria mecânica, da construção civil e de qualquer outro setor industrial que se possa imaginar, além das prestações de serviço, são sujeitos a uma maior ou menor atividade de marketing que inicia com a necessidade de entender:

- O que o consumidor quer
- Quando o quer
- Onde o quer
- Como quer comprá-lo
- Quanto quer pagar

Em fim, Marketing é psicologia de mercado. Existe um estudo estatístico aprofundado sobre a maneira geral de olhar as vitrines por parte do potencial consumidor. Segundo a estatística, o display influencia a venda se um determinado produto for colocado, por exemplo, na altura dos olhos, em baixo na parte direita ou esquerda da vitrine, etc. Não por a caso, perto do caixa dos supermercados em qualquer parte do mundo, são colocados produtos pequenos e convidativos tipo balas, chocolates e chicletes, entre outros, que o cliente acaba comprando, enquanto aguardar na fila, sem ter necessidade alguma.

Elaboração do diálogo


Para elaborarmos o diálogo foi preciso muito tempo e muitas idéias. Papel e caneta nunca faltam em nossas mãos. Fizemos uma revisão de todo o conteúdo que Merly nos passou até agora, desde o início do período. Apesar de um tempo relativamente curto, já temos muitas ferramentas para serem aplicadas em uma negociação e que serão úteis também para a vida pessoal, pois a sociedade vive em relações de trocas. No nosso diálogo prestamos muita atenção nos seguintes aspectos:

- Comunicação clara
- Eliminação de barreiras culturais e idiomáticas
- Equilíbrio emocional (empatia, resolução de conflitos, busca de equilíbrio em todas as etapas).
- Diferenças culturais que devem ser respeitadas
- Características culturais de cada lado bem visíveis.

Por enquanto o que podemos divulgar é isto, construímos algumas situações que podemos aplicar os conhecimentos que Merly nos passa, e vamos entregar o esboço e aguardar a sua avaliação. Um diferencial que podemos mostrar e que cada um tem o seu é a sua própria característica, a sua marca. Fazendo este trabalho temos a oportunidade de cada um colocar o seu ponto de vista, no final construindo juntos um resultado que corresponda à nossa dedicação. Estamos aprendendo muitas coisas com este trabalho, poderíamos citar em termos de planejamento, análise, paciência, prazos, equilíbrio psicológico, entre outros aspectos. Está sendo muito útil para aplicarmos o que as disciplinas têm nos apresentado.

26 de out. de 2008

A Europa de olho no Brasil

Este mapa antigo retrara a relação cultural do Brasil com a Europa e a comunicação.
Mapa das vias de comunicação no início do século XX. Wilhelm Sievers, Süd-und Mittelamerika, Leipzig e Viena, 1903 (2a. ed.) Clique para ampliar.
Ser considerado um país de risco não era uma situação positiva para o Brasil pois o carimbo de "não confiável" acabava sendo relacionado não somente aos investimentos, mas também aos aspectos comportamentais do mundo industrial e comercial. A conquista da posição de país seguro proporciona automaticamente um incremento de interesse por parte dos investidores estrangeiros e paralelamente a criação de uma imagem melhor do Brasil aos demais aspectos. Por outro lado, esta conquista tem gerado preocupação e opiniões contrastantes por parte de Economistas e Analistas. Segundo alguns, já que a queda do dólar até hoje tem prejudicado bastante as exportações, uma posterior chuva de capital estrangeiro irá prejudicar ainda mais um setor que tem dificuldade em decolar. Segundo outros, a entrada no país de capital estrangeiro não será tão violenta e prejudicial. Uma coisa é certa: a desvalorização do dólar favorece a importação ao invés da exportação, mas este aspecto não é, na minha opinião, tão negativo. Analisando nestas páginas os problemas do setor calçadista, acredito que a possibilidade de importar mais facilmente máquinas, materiais e componentes tecnologicamente avançados, possa ajudar a melhorar o produto assim que seja mais competitivo e no final mais exportavel. O rumo Europa é com certeza o mais procurado hoje, sendo desligado das complicações do dolar e na verdade a mesma Europa está olhando ao Brasil com crescente renovado interesse. Ainda hoje existem infelizmente muitos preconceitos na Europa a respeito da conveniência de iniciar um business de importação do Brasil, não tanto devidos à parte financeira do negócio, quanto ao medo da lentidão burocrática, dos atrasos na entrega da mercadoria e da possivel carência de qualidade. A conquista de credibilidade financeira marca um passo a frente do país na visão européia, porém, por uma razão ou outra, o Brasil não consegui ainda exportar para a Europa uma quantidade de produtos acabados suficiente para se afirmar oue derrubar totalmente estes preconceitos.

25 de out. de 2008

Agregar valor e buscar um diferencial para recuperar o mercado da exportação

Achamos muito interessante este artigo de Roberto Benelli (confira sua coluna no seu link em 'Importante' no nosso blog) sobre o mercado de exportação de artigos como o que vamos comercializar, e decidimos colocar no blog para todos terem acesso às informações deste profissional tão reconhecido.
Nunca como nos últimos meses a indústria calçadista brasileira tem sido agredida por todos os lados até enfrentar uma crise que por enquanto não mostra sinais de acabar. Infelizmente parece que o famoso ditado brasileiro “ no final tudo dá certo “ não esteja funcionando desta vez e as empresas só podem contar com a capacidade e a vontade de não ver a própria atividade prejudicada além dos limites.Vários fatores se juntaram de uma vez até criar uma situação negativa em termos de exportação, mesmo quando gradualmente, mais e mais empresas estavam tendo a experiência das vantagens de exportar, além de empresas que há bastante tempo têm destinado boa parte da própria produção na exportação. Nem precisa lembrar que as causas principais da queda das exportações de calçados foram a politica cambial e a concorrência chinesa, além de uma situação mundial que está dificultando ainda mais a vida do calçado brasileiro. Nem o mercado interno tem capacidade de absorver a produção que não pôde mais ser exportada e, uma maior oferta e uma inevitável maior concorrência criam outros tipos de problemas. No mercado interno não tem espaço para todos e a competitividade entre as fábricas para ganhar qualquer nicho, antes ocupado por outra empresa, se torna um dos efeitos colaterais negativos da crise na exportação. Quanto à politica cambial é dificil fazer previsões e nada deixa pensar que possa mudar de um dia para o outro. Além disso, na minha opinião a evolução do sapato chinês é irreversível. Nunca acreditei nas salvaguardas e sempre achei que a conquista dos mercados internacionais pelos chineses seria o resultado de um planejamento plurienal, estudado nos mínimos detalhes através de uma estratégia de penetração capaz de criar um processo irreversível. Geralmente falando, a situação na Itália não é melhor. O Euro forte em relação ao dólar dificulta as exportações para os Estados Unidos, o poder aquisitivo na Europa, em geral, diminuiu e consequentemente as importações de sapatos italianos também, e a concorrência chinesa tomou conta de uma boa parte dos sapatos de qualidade média, seja no mercado interno como na exportação. Como então a indústria calçadista italiana está se movimentando para freiar o problema ? Primeiramente potenciando o Design, procurando um qualquer direrencial que possa destacar o sapato italiano em relação ao chinês e agregando ainda mais valor ao produto através da tecnologia. Nada que não possa acontecer no Brasil também, sempre que as empresas estejam acreditando conjuntamente que este é o caminho certo. Em outros artigos já tive a oportunidade de estimular a busca de identidade por meio de um Design criado e não copiado, inspirado no Artesanato, aos produtos naturais típicos do Brasil ou a qualquer elemento de brasilidade que pudesse fornecer aquele diferencial necessário à criação de um estilo personalizado. Junto com a Francal, através do PRÊMIO FRANCAL TOP DE ESTILISMO, há alguns anos, já estamos incentivando o Estilo Brasil como conceito para se apresentar nos mercados estrangeiros com um produto diferente e não apenas competitivo. Hoje até as tendências futuras de moda podem ajudar neste desafio : os conceitos artesanais estão entrando na moda de calçados com tecelagem, bijouteria de alto nível, ornamentos de madeira, osso, pedras, vidro e fibras naturais. Talvez é o momento de acordar e fazer um esforço conjunto para que o sapato brasileiro possa chegar finalmente a conseguir uma identidade própria reconhecida no mundo. O importante é agregar valor ao produto e sair do sintético quanto mais possível. A tecnologia coloca a disposição couros reconstruidos para solados, forros e até cabedais que permitem aumentar o valor intrínseco do produto quase sem acréscimo de preço. A moda do ano que vem será caracterizada pela utilização de tecidos finos e elegantes para o calçado, saltos com decorações, anabelas pintadas e muitos outros elementos que a criatividade brasileira poderia desfrutar ao melhor. Buscar um diferencial e agregar valor ao produto - este será o trabalho dos estilistas e dos profissionais a ser incentivado e valorizado pelas empresas pois provavelmente no final, só por meio de quem tem a capacidade de criar, será alcançado um objetivo tão ambicioso quanto a salvação das exportações do calçado brasileiro.

Diferenças culturais na Negociação

Como se aproxima a entrega do diálogo e percebemos que este deve ser bem preparado para tudo sair de uma forma coerente e lógica, pensamos na idéia de postar sobre as diferenças culturais que existem nas Negociações Internacionais. É aceitável que cada cultura tem os seus aspectos, é aquela história, a mesma dose de liberdade para ambos os lados e a tentativa de alcançar um resultado bom para os dois. O nosso diálogo está sendo preparado com base nos estudos da disciplina da Merly, não só a parte prática da Negociação, mas muitos fatores influenciaram para tomarmos algumas decisões e definirmos como será a nossa, e por enquanto só podemos adiantar que traz a cultura expressada, vamos tentar fazer esta conexão culural com o país da outra parte, até mesmo para abrirmos a nossa visão para a globalização cultural que o mundo caminha, pois como percebemos nas últimas décadas os meios de comunicação passaram a influenciar fortemente na vida das pessoas, e a velocidade de troca de informações passou a ser um elemento fundamental na vida cultural e, principalmente na vida profissional da pessoa. Abaixo está um exemplo de diferença cultural na Negociação que extraímos de um site e achamos interessante colocar:
Em Londres, um grupo de homens de negócios americanos estava tentando acertar um difícil problema com um grupo de ingleses, em uma mesa de conferência. Ambos os grupos estavam ficando exasperados com seus adversários. Os ingleses insistiam que o problema fosse "colocado na mesa". Os americanos, por sua vez, com igual ênfase se recusavam a fazê-lo. Só depois descobriram que em inglês londrino "to table" quer dizer discutir e agir sobre um problema, enquanto em inglês americano, que dizer adiar o problema...
Em Leningrado, um argentino, disposto a vender produtos agrícolas, foi levado a uma protocolar visita a monumentos da II. Guerra Mundial, antes de iniciar as negociações. Ele viu, ouviu e manifestou um interesse bem-educado. Depois que os russos esfriaram as negociações, por acaso
descobriu que os estrangeiros devem manifestar inequívocos e profundos protestos de horror e solidariedade diante dos terríveis sofrimentos inflingidos aos russos durante a II. Guerra Mundial.

Todo profissional de negócios no âmbito internacional deve ter a consciência de que as diferenças culturais podem ser as diferenças entre o sucesso e o fracasso. O fracasso nessas estórias vem no fim. Importante é a abertura cultural, relacionado ao equilíbrio emocional e a objetivos em definidos, para se ter uma postura equilibrada e se preparar para o processo da Negociação.

24 de out. de 2008

Resumo dos Incoterms

Este quadro mostra um resumo dos Incoterms. Clique para ver a imagem maior.

Mais tipos de Incoterms

- Nesta modalidade, as responsabilidades do vendedor são as mesmas descritas no CPT, acrescidas da contratação e pagamento do seguro até o destino;
- A partir do momento em que as mercadorias são entregues à custódia do transportador, os riscos por perdas e danos se transferem do vendedor para o comprador, assim como possíveis custos adicionais que possam incorrer;
- O seguro pago pelo vendedor tem cobertura mínima, de modo que compete ao comprador avaliar a necessidade de efetuar seguro complementar;
- Cláusula utilizada em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor deve entregar a mercadoria no ponto combinado na fronteira, porém antes da divisa aduaneira do país limítrofe, arcando com todos os custos e riscos até esse ponto;
- A entrega é feita a bordo do veículo transportador, sem descarregar;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço da exportação, mas não pelo desembaraço da importação;
- Após a entrega da mercadoria, são transferidos do vendedor para o comprador os custos e riscos de perdas ou danos causados às mercadorias;
- Cláusula utilizada para transporte terrestre.

- O vendedor deve colocar a mercadoria à disposição do comprador, à bordo do navio, não desembaraçada para a importação, no porto de destino designado;
- O vendedor arca com todos os custos e riscos até o porto de destino, antes da descarga;
- Este termo somente deve ser utilizado para transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- A responsabilidade do vendedor consiste em colocar a mercadoria à disposição do comprador, não desembaraçada para importação, no cais do porto de destino designado;
- O vendedor arca com os custos e riscos inerentes ao transporte até o porto de destino e com a descarga da mercadoria no cais;
- A partir daí a responsabilidade é do comprador, inclusive no que diz respeito ao desembaraço aduaneiro de importação;
- Este termo deve ser utilizado apenas para transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- O vendedor deve colocar a mercadoria à disposição do comprador, no ponto de destino designado, sem estar desembaraçada para importação e sem descarregamento do veículo transportador;
- O vendedor assume todas as despesas e riscos envolvidos até a entrega da mercadoria no local de destino designado, exceto quanto ao desembaraço de importação;
- Cabe ao comprador o pagamento de direitos, impostos e outros encargos oficiais por motivo da importação;
- Este termo pode ser utilizado para qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor entrega a mercadoria ao comprador, desembaraçada para importação no local de destino designado;
- É o INCOTERM que estabelece o maior grau de compromisso para o vendedor, na medida em que o mesmo assume todos os riscos e custos relativos ao transporte e entrega da mercadoria no local de destino designado;
- Não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto a obter, direta ou indiretamente, os documentos necessários à importação da mercadoria;
- Embora esse termo possa ser utilizado para qualquer meio de transporte, deve-se observar que é necessária a utilização dos termos DES ou DEQ nos casos em que a entrega é feita no porto de destino (a bordo do navio ou no cais).

Tipos de Incoterms

Estamos postando os tipos de Incoterms e achamos importante analisar cada um e chegar a uma decisão de qual iremos aplicar no nosso trabalho

- A mercadoria é colocada à disposição do comprador no estabelecimento do vendedor, ou em outro local nomeado (fábrica, armazém, etc.), não desembaraçada para exportação e não carregada em qualquer veículo coletor;Este termo representa obrigação mínima para o vendedor;
- O comprador arca com todos os custos e riscos envolvidos em retirar a mercadoria do estabelecimento do vendedor;
-Desde que o Contrato de Compra e Venda contenha cláusula explícita a respeito, os riscos e custos envolvidos e o carregamento da mercadoria na saída, poderão ser do vendedor;
- EXW não deve ser usado se o comprador não puder se responsabilizar, direta ou indiretamente, pelas formalidades de exportação;
- Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, desembaraçada para a exportação, aos cuidados do transportador internacional indicado pelo comprador, no local determinado;
- A partir daquele momento, cessam todas as responsabilidades do vendedor, ficando o comprador responsável por todas as despesas e por quaisquer perdas ou danos que a mercadoria possa vir a sofrer;
- O local escolhido para entrega é muito importante para definir responsabilidades quanto à carga e descarga da mercadoria: se a entrega ocorrer nas dependências do vendedor, este é o responsável pelo carregamento no veículo coletor do comprador; se a entrega ocorrer em qualquer outro local pactuado, o vendedor não se responsabiliza pelo descarregamento de seu veículo;
- O comprador poderá indicar outra pessoa, que não seja o transportador, para receber a mercadoria. Nesse caso, o vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria é entregue àquela pessoa indicada;
- Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor encerra suas obrigações no momento em que a mercadoria é colocada ao lado do navio transportador, no cais ou em embarcações utilizadas para carregamento, no porto de embarque designado;
- A partir daquele momento, o comprador assume todos os riscos e custos com carregamento, pagamento de frete e seguro e demais despesas;- O vendedor é responsável pelo desembaraço da mercadoria para exportação;
- Este termo pode ser utilizado somente para transporte aquaviário (marítimo fluvial ou lacustre).

- O vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria transpõe a amurada do navio (ship's rail) no porto de embarque indicado e, a partir daquele momento, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos;
- A entrega se consuma a bordo do navio designado pelo comprador, quando todas as despesas passam a correr por conta do comprador;
- O vendedor é o responsável pelo desembaraço da mercadoria para exportação;
- Este termo pode ser utilizado exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- O vendedor é o responsável pelo pagamento dos custos necessários para colocar a mercadoria a bordo do navio;
- O vendedor é responsável pelo pagamento do frete até o porto de destino designado;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço da exportação;
- Os riscos de perda ou dano da mercadoria, bem como quaisquer outros custos adicionais são transferidos do vendedor para o comprador no momento em há que a mercadoria cruze a murada do navio;
- Caso queira se resguardar, o comprador deve contratar e pagar o seguro da mercadoria;
- Cláusula utilizável exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).

- A responsabilidade sobre a mercadoria é transferida do vendedor para o comprador no momento da transposição da amurada do navio no porto de embarque;- O vendedor é o responsável pelo pagamento dos custos e do frete necessários para levar a mercadoria até o porto de destino indicado;
- O comprador deverá receber a mercadoria no porto de destino e daí para a frente se responsabilizar por todas as despesas;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação; - O vendedor deverá contratar e pagar o prêmio de seguro do transporte principal;
- O seguro pago pelo vendedor tem cobertura mínima, de modo que compete ao comprador avaliar a necessidade de efetuar seguro complementar;
- Os riscos a partir da entrega (transposição da amurada do navio) são do comprador;
- Cláusula utilizável exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).

- O vendedor contrata e paga o frete para levar as mercadorias ao local de destino designado;
- A partir do momento em que as mercadorias são entregues à custódia do transportador, os riscos por perdas e danos se transferem do vendedor para o comprador, assim como possíveis custos adicionais que possam incorrer;
- O vendedor é o responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação;
- Cláusula utilizada em qualquer modalidade de transporte.

Incoterms

Uma das etapas mais importantes na hora de fechar a negociação é a definição do Incoterms utilizado, o que vai responsabilizar cada parte por suas tarefas no transporte da carga e na entrega à outra parte. Um termo muito conhecido no Comércio Exterior e que deve ser abordado amplamente, para se ter uma visão equilibrada dos seus tipos e da sua importância, e através de uma visão lógica e coerente as partes (exportador e importador) definirem em contrato de negociação qual será a forma utilizada. Vamos abordar o Incoterms e colocaremos informações sobre cada um deles, através de textos e imagens. O nosso objetivo é mostrar de uma forma acessível o que é e qual a sua importância para o comércio internacional, num panorama crescente de relações comerciais e que, para o nosso trabalho, é uma oportunidade de conhecermos e estudarmos qual a melhor opção de Incoterms para aplicar na nossa negociação. Lembrando que é uma questão das duas partes definirem, então vários aspectos são envolvidos, como preço, interesses, o encontro cultural, entre outros que podem surgir durante a negociação.

Origem
Os Incoterms surgiram em 1936 quando a Câmara Internacional do Comércio - CCI, com sede em Paris, interpretou e consolidou as diversas formas contratuais que vinham sendo utilizadas no comércio internacional.
O constante aperfeiçoamento dos processos negocial e logístico, com este último absorvendo tecnologias mais sofisticadas, fez com que os Incoterms passassem por diversas modificações ao longo dos anos, culminando com um novo conjunto de regras, conhecido atualmente como Incoterms 2000.

Siglas
Representados por siglas de 3 letras, os termos internacionais de comércio simplificam os contratos de compra e venda internacional ao contemplarem os direitos e obrigações mínimas do vendedor e do comprador quanto às tarefas adicionais ao processo de elaboração do produto. Por isso, são também denominados "Cláusulas de Preço", pelo fato de cada termo determinar os elementos que compõem o preço da mercadoria, adicionais aos custos de produção.

Significado Jurídico
Após agregados aos contratos de compra e venda, os Incoterms passam a ter força legal, com seu significado jurídico preciso e efetivamente determinado. Assim, simplificam e agilizam a elaboração das cláusulas dos contratos de compra e venda.

23 de out. de 2008

Formação do preço

Alguns vendedores acreditam que um preço mais barato para sua mercadoria pode resultar em maior volume de vendas. É importante discutir a diferença semântica entre valor e preço. Valor é o que o cliente entende como resultado final de um produto em termos de atendimento à sua necessidade de compra. Um produto pode ter um preço alto e oferecer um grande beneficio. Tudo o que está a nossa volta tem o seu preço, basta observar uma farmácia, supermercado, posto de gasolina, restaurante, etc. Preço é o volume de dinheiro cobrado por um produto e ou serviço.
No passado, quem produzia definia o preço final de um produto e o cliente estabelecia o ganho de valor pela quantia paga. Hoje a situação é inversa: o cliente sinaliza a faixa de preço do seu interesse e o produtor avalia se existe um ganho de valor na relação comercial.
A formação de preço pode ser feita para produtos na sua fase de lançamento. Nesse caso, opta-se por uma estratégia de preço alto ou de penetração com um preço mais competitivo, impulsor, dependendo da percepção de valor dos clientes finais. Outra opção é formatar o preço para grupos de produtos. Todas as estratégias permitem definir políticas diferenciadas de descontos, localização e de segmentação de clientes e ou produtos.

Seja qual for a estratégia ela deverá refletir inúmeros aspectos financeiros para a formação do preço. Incrível como a maioria dos vendedores justifica a perda de vendas pelo fator preço e um grande número deles desconhece os fatores que compõem a respectiva precificação.
A separação dos custos exige o entendimento dos seus custos fixos e dos custos variáveis. Custos fixos são os valores que não variam com o nível de produção e vendas, como aluguel e folha de pagamento. O simples ato de abrir ou fechar a porta do estabelecimento tem os seus custos fixos, que independem das vendas realizadas. Os custos variáveis são os que flutuam diretamente com o nível de produção, marketing e vendas. Tais como matérias primas, comissões, fretes, impostos, etc. É bom lembrar que as despesas de vendas, incluindo custo de visitas, mostruários e reembolsos, devem ser gerenciadas com rigor. Pois podem aumentar ou reduzir os custos comerciais da empresa, aumentando ou diminuindo os ganhos.
Os custos totais são a soma dos custos fixos e variáveis para qualquer nível de produção. Pode-se então calcular o custo unitário de produção, permitindo a analise de eliminar ou ampliar a linha de produtos, faltando à definição do preço final. Para tanto, deve ser estabelecido o percentual de retorno de lucro desejado.

Existem diferenças claras na formação de preço de produtos e ou de serviços, mas os conceitos administrativos tendem a ser comuns para as empresas, diferenciando-se por matérias primas ou por horas de trabalho.
Os vendedores geralmente fogem da discussão de custos, por nao entendê-los como resultado de uma boa venda. Nos dias de hoje, em mercados competitivos, com margens cada vez mais estreitas, qualquer possibilidade de redução de custos fixos e variáveis pode interferir no sucesso ou insucesso de um empreendimento.

É importante fazermos as contas na hora de formarmos a nossa proposta. Este texto é uma reunião de várias informações que achamos em sites de busca, e que consideramos indispensáveis para colocarmos no blog. Nos lembra muito as aulas de Marketing Internacional, este assunto que é uma área muito importante dentro do Marketing, e que requer muito estudo e dedicação.

Criação da Logomarca

O processo de construção da logomarca de uma empresa requer certa análise e uma reunião de vários itens importantes que serão aplicados, como cores, design da letra, desenhos ou moldes para serem trabalhados. Esta mescla de itens traduz o que a marca quer passar. O tempo bem trabalhado através da estratégia de marketing pode ser um fator muito importante para a colocação da marca no mercado, pois mostra os reais objetivos e as expectativas. Quando falamos de criar algo, falamos de exteriorizar opinião, canalizar este tipo de informação também, pois em um grupo é imprescindível chegar a uma opinião comum. Não temos formação em design ou publicidade, até mesmo não é a nossa área de mercado, mas tentamos traduzir o que realmente esperamos da nossa marca. A busca de novos mercados, o globo lembrando este aspecto, a letra em forma de onda, indicando que é algo que se propaga, e a cor azul, que representa o mar, o céu, a expansão, e além de ser uma cor calma, bem trabalhada pode se alcançar grandes conquistas. A sombra representa a expansão já alcançada, e o globo nos mostra que o mundo é cada vez mais interligado. Se tratando da cultura européia, que recebemos influências há certo tempo, acreditamos que é possível chegarmos a um denominador comum se tratando de equilíbrio cultural, pois antes de se chegar a isto deve ser trabalhada uma abertura, a percepção de como se sentir em outro país, outra cultura. O nosso tipo de produto é algo relativamente comum, mas tem um toque especial, pois mostra o potencial do Brasil para atuar no segmento deste setor. Temos pessoas muito importantes que se envolvem na fase da criação e desenvolvimento do produto e que são ‘globalizadas’, com conhecimentos em outras culturas.

22 de out. de 2008

A negociação


Após algumas etapas muito importante serem definidas e alguns objetivos do trabalho serem bem delineados, chegou a hora de pensarmos na negociação. A pauta é a organização das etapas dentro da negociação, como:

-Apresentação da empresa
-Apresentação de mídia se for necessário
-Apresentação de valores do produto, frete e condições de pagamento, e outros detalhes
-Propostas e discussão entre as partes
-Coffe-break (é sempre importante para harmonizar o ambiente e as relações)
-Conclusão e fechamento do contrato.

Vale ressaltar que vários aspectos se relacionam em uma negociação, como a questão idiomática, a cultura de cada país, a forma de cada um se manifestar e indispensável é manter um equilíbrio emocional para conseguir perceber alguns pontos importantes que podem ser decisivos em uma negociação.

16 de out. de 2008

Ferramenta para o Marketing


No momento estamos estudando aplicações do que as disciplinas nos têm passado para desenvolvermos o trabalho. Para se formar o Plano de Marketing, antes devemos tomar cuidado com alguns aspectos, estes que são primordiais na hora de tomarmos uma decisão. A Análise Swot tem uma participação importante nesta etapa de planejamento, onde ela permite formular estratégias de negócios, para avaliar nossa posição e os prospectos de nossos produtos ou empresas em relação ao mercado. É intrínseco ao processo de Marketing analisar novas idéias e Propostas, estas que são usadas para avaliarmos o terreno e as batalhas que estão por vir, ponderar sobre posições vantajosas e desvantajosas, estimar as forças e pontos fortes do oponente. A aplicação da análise Swot permite sistematizar as informações disponíveis e uma leitura do mercado. SWOT é uma sigla que indica a primeira letra das palavras Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats (Pontos fortes, Pontos fracos, Oportunidades e Ameaças) e é uma definição das fraquezas e fortalezas de uma empresa, bem como as oportunidades e ameaças inseridos em seu ambiente.

- A empresa (sua posição no mercado, viabilidade comercial, etc...)
- Um método de distribuição
- Uma marca ou produto
- Uma idéia de negócio
- Estratégias para penetrar em um novo mercado ou o lançamento de um novo produto
- Uma oportunidade de expansão do negócio
- A escolha de um parceiro potencial
- A escolha de um fornecedor
- Uma estimativa de oportunidades de investimento.

A comparação entre pontos fortes e fracos junto com as oportunidades de mercado e ameaças permite responder as seguintes questões:
1. Como posso tirar vantagem das novas oportunidades, utilizando meus pontos fortes?
2. Quais pontos fracos posso melhorar?
3. Com quais pontos fortes é possível neutralizar as ameaças?
4. Quais ameaças, aliadas às fraquezas, preciso temer mais?

Ao terminar de preencher a Análise SWOT, você descobrirá que:

- Definiu as direções básicas de desenvolvimento para o seu negócio, fazendo uso de novas oportunidades.
- Formulou os problemas básicos de sua empresa que necessitam de uma rápida solução para o melhor desenvolvimento de seu negócio.

15 de out. de 2008

Aspectos positivos para comercializar com a Espanha

Madri

Algumas dificuldades para aumentar as vendas externas são: despreparo para atender as empresas internacionais, exigências de design, qualidade e falha na política de marketing das empresas. Uma forma positiva é desenvolver uma indústria com capacidade de agregar valor aos seus produtos, melhorar a política de marketing no mercado internacional, potencialização preços, certificação de qualidade, aumento do número de espécies exploradas e adoção de logística adequada.

Uma importante estratégia é ter como aliado o comércio eletrônico, que relacionado com a propaganda no exterior permite uma abrangência maior de divulgação da marca, porque sem divulgação corre-se o risco da imagem negativa da qualidade dos nossos produtos no mercado. E deixa margem para que os concorrentes estrangeiros difundam uma idéia errada. Entidades ajudam as empresas a ganharem mais espaço no exterior, através da participação em feiras e em muitos eventos internacionais.

A Espanha, como país-membro da União Européia, adota no comércio exterior as mesmas regras da política comercial comum utilizada nos demais países da Comunidade. A AENOR (Asociación Española de Normalización y Certificación) é o órgão credenciado para desenvolver as atividades relativas à certificação de qualidade na Espanha.

A corrente de comércio entre Brasil e Espanha é gradual, porém firme em crescimento diante das mais diversas circunstâncias enfrentadas pela economia brasileira ao longo dos últimos 20 anos. Em 1983 foram negociados US$ 596,4 milhões nas trocas comerciais bilaterais (exportações brasileiras de US$ 526,5 milhões, importações de US$ 69,8 milhões, superávit de US$ 456,7 milhões), verificou-se uma consistente evolução em direção ao recorde no intercâmbio bilateral alcançado em 1999 (total de US$ 2,3 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 1,6 bilhão e importações de US$ 1,17 bilhão).

Desde então as trocas comerciais foram mantidas acima da cifra de US$ 2 bilhões anuais, e no ano de 2002 totalizaram US$ 1,11 bilhão, importações de US$ 975 milhões e superávit de US$ 144,8 milhões. Uma das metas do governo brasileiro é ampliar o número de empresas exportadoras e facilitar o acesso dos produtos brasileiros ao mercado internacional.

Alguns órgãos atuam em parceira com o poder público e privado e estão adotando em seu trabalho o conceito de “Inteligência Comercial”, ou seja, um trabalho de cruzamento de informações para que os empresários de todo o País possam conhecer mais sobre o mercado internacional. Além disso, trabalham também a imagem do País no exterior e a “Marca Brasil”. Os empresários de todos os Estados terão acesso a dados como: quem está comprando produtos semelhantes aos seus lá fora, quem são seus concorrentes, qual é o preço médio de compra, o que um determinado país poderia comprar da produção do seu Estado e não o faz, e por que isso acontece. Devemos lembrar também do Plano Estratégico de Promoção Comercial, que é uma parceria Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e os diversos setores da economia que mantêm projetos.

12 de out. de 2008

Relações Brasil - Espanha

O Ministério das Relações Exteriores criou um arquivo que reúne muitas informações sobre as relações comercias do Brasil com a Espanha, e foi um dos elementos mais importantes que nos serviu para decidirmos que o país seria este. Alguns dados econômicos seguem abaixo:

- Fase anterior ao ingresso da Espanha na UE, de 1980 a 1985, o comércio Brasil-Espanha situou-se em níveis médios anuais de € 363,13 milhões;
- Fase posterior ao ingresso da Espanha na UE, de 1986 a 1993, na qual os valores médios anuais do intercâmbio aumentaram para € 627,4 milhões, representando um crescimento médio de 72%;

- Período de abertura da economia brasileira às importações, de 1993 a 1995, com crescimento médio do intercâmbio comercial de 35,6% ao ano, e intercâmbios da ordem de € 927,14.milhões. O interesse espanhol em estreitar as relações com os países da América Latina cria oportunidades que devem ser aproveitadas pelos empresários brasileiros no sentido de incrementar as exportações.

- O investimento espanhol no Brasil, a partir da segunda metade dos anos 90, foi o grande protagonista das relações bilaterais entre os dois países.

Lula e José Luis Rodríguez Zapatero, presidente do Governo espanhol.

O Brasil e a Espanha realizaram muitos acordos bilaterais, que foi um fator muito importante que traz maior segurança aos empresários brasileiros e firma o Brasil como um bom negociador no comércio internacional. Damos destaque ao Plano de Parceria Estratégica Brasil-Espanha. No âmbito do Direito Internacional e das Relações Comerciais é indispensável a análise de cada um destes eventos bilaterais para compreender como se deu a consolidação das relações entre esses dois países e dar continuidade ao trabalho que o país vem fazendo, colocando uma observação de que o Brasil não se coloca numa posição boa somente diante da Espanha, mas da Comunidade Européia, passando a ter mais reconhecimento e atraindo novos negócios.

Alguns acordos bilaterais realizados entre Brasil e Espanha:

14/11/1974: Convenção destinada a evitar a dupla tributação e prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre a renda.

13/04/1989: Convênio Básico de Cooperação Técnica, Científica e Tecnológica e Protoloco de Intenções.

16/05/1991: Convênio de Seguridade Social.

18/04/1997: Acordo de Cooperação na Área de Turismo.

19/02/2002: Programa de Cooperação Brasil-Espanha para o Desenvolvimento Rural Integrado e Auto-Sustentado da Região Semi-Árida Brasileira.

14/11/2003: Plano de Parceria Estratégica Brasil-Espanha.

10 de out. de 2008

Muitas tarefas, visita e decisão de país


O tempo está passando muito rápido e muitas etapas estão sendo definidas. Neste momento é importante a integração do grupo e a decisão coletiva, por isso que nas reuniões estamos detalhando cada ponto e cada tarefa que os professores pedem, para que tenhamos um resultado peculiar à nossa dedicação no trabalho. Nesta postagem falaremos sobre a decisão do país, da visita que fizemos a um armazém que trabalha com o mesmo tipo de produto e citaremos também sobre o produto. Após muita pesquisa e análise decidimos comercializar com a Espanha. Posteriormente traremos análises mais detalhadas de outros pontos.




Conhecemos como é feito o processo desde a chegada da mercadoria, a armazenagem e a destinação da mesma, porém estamos fazendo estudos com base para formarmos relatórios e futuramente aplicarmos algumas idéias nos processos logísticos da nossa empresa, inserindo-a na logística internacional e buscando clareza, segurança e qualidade no processo que realizaremos no trabalho.


Nesta reunião discutimos questões de Marketing, Economia, Comercial, Comunicação e Negociação. na próxima semana temos que entregar a pauta da negociação e cada detalhe está sendo tratado com bastante cuidado, para que o trabalho mantenha uma ordem lógica e coerente ao que cada disciplina apresenta.

Reunimos algumas imagens do nosso produto, porque foi necessário explicar todas estas etapas antes de começarmos a falar diretamente do produto. Comerciamos bolsas, mochilas, pastas e que abrange o público feminino e masculino, desde o estilo natural até o clássico. Buscamos desenvolver algo que possa ser bastante cultural, levando a cara do Brasil e que a pessoa sinta-se bem independente do lugar onde está, pois tomamos cuidado com a globalização cada vez mais anunciada.


A cada etapa concluída vamos ter mais informações e mais opinião para falar do trabalho e do seu andamento. Se quiser entrar em contato com a Oceanos, envie-nos um e-mail. Os nossos dados podem ser checados no perfil e o nosso e-mail está na parte inferior do blog.

3 de out. de 2008

Em andamento


Na 1ª oficina do trabalho decidimos quais países pesquisaríamos. Entrou em pauta Itália, Espanha, África do Sul, Argentina, Reino Unido, Austrália e México. Cada integrante ficou responsável por um e conseguimos achar muitas informações. Após esta etapa, decidimos como será o procedimento de troca comercial de exportação que realizaremos. Buscamos rotas de marcas similares e começamos a estudar o nome da nossa marca e decidimos concretizar a idéia do blog. Paralelamente às etapas em execução estamos escrevendo os textos para o blog e desenvolvendo idéias do que vamos inserir, pois vemos que é muito importante para a imagem da empresa uma divulgação bem estudada e com foco no mercado. No momento estamos pensando na logo da nossa empresa e também em fase de definição de qual país será o nosso comprador. As oficinas de negociação começaram ontem e na semana que vem provavelmente teremos uma boa quantidade de itens do trabalho já definida.

2 de out. de 2008

Apresentação

Welcome / Bienvenido / Bienevue / Bem-vindo
Nós do 3º período do curso de Tecnologia em Comércio Exterior do Cet-Faesa e temos como proposta preparar um trabalho interdisciplinar, que envolve conteúdos já estudados nos períodos passados e os ministrados neste em andamento. Temos as seguintes disciplinas: Economia Internacional, Técnica de Negociações Internacionais, Gerência de Informações e Suprimentos, Marketing Internacional e Seguros de Transporte e Direito Marítimo. Achamos muito importante para a nossa experiência acadêmica este trabalho, pois teremos a oportunidade de aplicar alguns conhecimentos já adquiridos, que com o tempo só somam para termos uma base sólida e flexível para as novas tendências do mercado e do cenário do comércio internacional. Neste blog todos terão a oportunidade de acompanhar a execução do nosso trabalho, buscando uma interação entre o grupo e os professores e as outras pessoas, e entre o próprio grupo no que concerne à definição do que expor no blog. Temos como integrantes do grupo e suas respectivas funções: Angelo (Marketing), Caroline (Operacional), Edson (Direção), Marcio (Logística), Renata (Comercial) e Silvana (Financeiro). A nossa empresa é uma Comercial Exportadora, com a razão social Oceanos Comércio Exterior Ltda, e nome fantasia Oceanos. A partir desta data postaremos de uma forma retroativa tudo que já foi executado, pois iniciamos agora o projeto e ainda estávamos definindo o nome da nossa marca, e gostaríamos de agradecer ao professor de Marketing Internacional Paulo Roberto pelo auxílio na escolha. Faremos uma exportação do nosso produto acabado (Bolsas, mochilas, pastas) para outro país, que ainda está em fase de conclusão de pesquisa para decidirmos. Um dos pilares do nosso trabalho é delinear a importância do estilo cultural brasileiro para sua inserção em outras culturas, por isso defendemos o verde da Amazônia e o azul do nosso mar. Oceanos quer dizer busca de novos mercados, expansão (pois também o início do comércio internacional se deu por isso), eliminar barreiras, enfim, nos remota à grande importância da análise macroeconômica e como o estudo de Marketing mostra: 'Se é para buscar algo, busque algo grande. Planejamento de etapas e administração da execução'. Damos partida a este projeto e esperamos mostrar de uma forma clara e coerente a nossa real proposta.