17 de nov. de 2008

Preparativos


Muitos detalhes estão sendo fechados. Praticamente impressos. Muitas coisas para correr atrás, o tempo passou muito rápido e ao mesmo tempo um alívio é a certeza do trabalho feito, pois esta semana cumpriremos com a etapa final: a Apresentação. Banner, cartões, coffee-break, entre outros pontos foram muito abordados e percebidos nas apresentãções que a Merly e o Claude passaram na aula dos trabalhos passados. Fizemos algumas observações e destacamos alguns pontos, muitas coisas que até então não tínhamos percebido, e que resolvemos incorporar ao nosso trabalho, pois vimos ser muito proveitoso e positivo para alcançarmos um bom resultado. Água na mesa, aperto de mãos. Temos que ter atitude de negociadores, pois não será um teatro. Será uma negociação. Por isso que confiamos no potencial de cada um e na bagagem de conhecimento que trazemos, para aplicarmos na hora da negociação e cada um no seu tempo, no seu momento, envolvendo todos os passos planejados e seguindo o roteiro do diálogo. Lembrando também do tempo limite que temos para apresentar o trabalho. Trecho de artigo da internet:
Finalmente, qual será o estilo ideal do bom negociador?
Na realidade não existe um estilo ideal, o que pode existir é um estilo mais adequado para uma determinada situação. O bom negociador é aquele que no relacionamento com outras pessoas procura potencializar seus pontos fortes, usar argumentos que respeitem as características individuais de quem está do outro lado da mesa. E isso está presente em todos os estilos, é só utilizar.

Agora é só aguardar para o momento. Continuar nos ensaios até a última oportunidade, passar novamente os detalhes e sentar na mesa de negociação. Esperamos através deste Blog mostrar como executamos o nosso trabalho interdisciplinar, gostaríamos de agradecer aos professores pelo apoio e pela opinião. Devemos tomar cuidado com a quantidade de informações que aqui dispomos, para não encher de coisas e também não sairmos do foco.

16 de nov. de 2008

O contrato


Quando se fala em negociação internacional se fala de estudar um contrato que atenda ambas as partes. Neste momento é um processo legal e que aplica segurança no processo e promove um bom resultado no fechamento da negociação. Etapas como descrição dos produtos comercialilzados e suas quantidades, forma de pagamento, descontos, Incoterm utilizado, local de assinatura e fechamento, prazo de entrega e todos os procedimentos necessários estão sendo estudados pela nossa equipe para tudo correr de forma harmômica e proveitosa. Visamos manter boas relações entre as duas empresas no futuro, e além de um ponto positivo para a empresa se colocar no mercado internacional, é mais uma forma de promover o Brasil no comércio com outros países. A nossa apresentação será no dia 20/11/08. Estamos nos dedicando muito aos ensaios, frisando os pontos mais importantes e treinando as características culturais. O nosso contrato está em fase de formatação final para sua impressão. Mais uma etapa concluída, seguida de muita comunicação e muitas idéias discutidas coletivamente. Gostaríamos de agradecer aos professores pela atenção aos grupos na orientação do trabalho, sempre pacientes e coerentes, nos mostrando pontos onde podemos trabalhar melhor a idéia e potencializarmos as informações e os recursos que absorvemos durante a execução do trabalho.

13 de nov. de 2008

Brasil e Italia propondrán al G-20 una nueva economía menos especulativa

Achamos importante publicar esta matéria aqui no Blog. Notícia fresca, traz a parceria do Brasil e da Itália no setor econômico, algo que para o país representa uma amplitude na parceria com a União Européia, um fator muito positivo para o cenário econômico internacional e para as relações bilaterais.

El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, y el primer ministro, Silvio Berlusconi, se reúnen en Roma y confirman la sintonía de ambos países de cara a la reforma del orden económico mundial.

El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, y el primer ministro italiano, Silvio Berlusconi, han anunciado hoy que propondrán la creación de una economía basada más en la producción y menos en la especulación, durante la reunión que el G-20 celebrará el sábado próximo en Washington. Lula y Berlusconi han mantenido hoy en Roma un almuerzo de trabajo, tras el cual ambos constataron en rueda de prensa la "sintonía" que tienen los dos gobiernos de cara a esa reunión del G20 (grupo integrado por países desarrollados y emergentes) en la que se buscará una salida a la actual crisis financiera mundial.

Lula se ha declarado "optimista" ante la cumbre, si bien ha indicado que no deben esperarse soluciones inmediatas, ya que la reunión "supondrá el comienzo de un largo camino". Berlusconi, por su parte, ha compartido ese punto de vista al señalar que la cita del G-20 en Washington "no será un encuentro resolutivo, sino que constituirá un primer paso para un sistema financiero con más reglas".

Para el mandatario brasileño, uno de los principales objetivos de esa reunión será "evitar una crisis de pánico", meta en la que se mostró de acuerdo Berlusconi, pues el miedo "lleva a la crisis de la economía real al crear una opinión pública pesimista". A juicio de Lula, la crisis tiene que superarse "invirtiendo en el sector productivo, no en el especulativo", una visión que reforzó el primer ministro italiano al afirmar que las propuestas al G-20 deben buscar controlar el sistema financiero.

Por ese motivo, Berlusconi ha dicho que propondrá que "los bancos garanticen los préstamos a las empresas" y que se limite "la sobrevaloración y la infravaloración de las empresas por parte del sistema financiero". Además, Berlusconi ha anunciado que pedirá que se creen "controles responsables sobre los bancos que impidan, por ejemplo, que puedan llevar a cabo negocios veinte veces superiores a su capacidad financiera".

Toda esa visión expuesta en la rueda de prensa aparece también en una declaración conjunta de los dos mandatarios, en la que aseguran que, "de cara a la reunión de Washington, han corroborado la exigencia de trabajar de forma coordinada para definir un nuevo sistema financiero internacional más transparente y caracterizado por reglas y controles más convincentes". En el marco de la visita de Lula a Roma, ambos mandatarios han suscrito seis acuerdos para el desarrollo, la investigación y la profundización de las relaciones entre los gobiernos firmados por seis ministros de cada Ejecutivo antes de comenzar la rueda de prensa.

Confira a notícia traduzida no link
http://translate.google.com/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.elpais.com%2Farticulo%2Feconomia%2FBrasil%2FItalia%2Fpropondran%2FG-20%2Fnueva%2Feconomia%2Fespeculativa%2Felpepueco%2F20081111elpepueco_12%2FTes&hl=pt-BR&ie=UTF-8&sl=es&tl=pt

11 de nov. de 2008

Apresentação do Plano de Marketing


Ontem foi a apresentação do nosso Plano de Marketing. Em meio a alguns contratempos e correria, conseguimos concluir no tempo certo, apesar de muitos compromissos que a faculdade tem nos colocado ultimamente. Ficamos satisfeitos com o resultado do plano, o que traduziu a nossa dedicação e a comunicação constante entre os integrantes do grupo. O professor Paulo fez algumas observações sobre o português e a conclusão, que foi muito positivo para o nosso conhecimento de como fazer uma boa apresentação do Plano de Marketing. Mais uma etapa concluída, agora vamos continuar nos dedicando aos ensaios e à parte gráfica do trabalho, que incluiu cartões, banners, essas coisas.

10 de nov. de 2008

Coffee-break

Ralph Steiner. The Museum of Modern Art, New York.

Falando de negociação, paramos para analisar a importância do coffee-break. A Merly vem ressaltando sobre os momentos da negociação, e como fazer uma pausa para refrescar os ânimos. A importância do coffee-break. Muitos pontos importantes são discutidos na negociação, como valores de preço, Incoterm, aspectos comerciais e financeiros também, como forma de pagamento e prazos. Como estamos inseridos em uma cultura e formados a partir dela, é importante sabermos que na negociação estaremos de frente com outro país. Outros costumes, ideais, características internas que assim como as nossas precisam ser respeitadas.
Separando as questões culturais e idiomáticas temos o próprio ser humano com a sua subjetividade. Somos células inseridas na coletividade. Cada pessoa traz certos traços e características que em uma negociação podem fazer toda a diferença. Isto é muito perceptível se pararmos para estudar as técnicas de NI. As pessoas que trabalham com negociação ganham aspecto mais rude, mais frio, mais equilibrado, entre várias características que podem assumir, e decidir ir para um lado mais pacífico, como o negociador equilibrado, ou para um lado mais competitivo, como o negociador sarcástico, manipulador. Não é questão de competição, e sim de uma troca mútua. Chega um momento que precisa voltar ao equilíbrio das emoções.

Pausa para o coffee-break. Além de uma oportunidade de aliviar o estresse, é uma chance para a parte receptiva mostrar um pouco da sua cultura local, apresentando itens de culinária, gastronomia e bebidas, o que é muito positivo, pois o ser humano gosta de buscar o novo, outras culturas e outras realidades. Para o nosso trabalho, pensamos em algo simples e que retrate esta integração cultural e emocional que o coffee-break representa, além do que já foi dito.

8 de nov. de 2008

Reunião

Na última sexta-feira fizemos uma reunião importante para o grupo. Revisamos todo o Plano de Marketing, definimos alguns pontos ainda pendentes da apresentação, fizemos cálculos de containerização, valor do produto e lote, tranSporte também. Acertamos alguns detalhes sobre o coffee-break, aspectos culturais na negociação, e os ensaios já começaram. Porém, agora que passou essa bateria de provas e o Plano de Marketing está pronto, podemos nos dedicar mais à execução final do trabalho. Nesta semana faremos a apresentação do nosso plano para a disciplina de Marketing Internacional. Será uma apresentação bem resumida, destacando alguns aspectos quantitativos e qualitativos das nossas decisões e das etapas da nossa pesquisa, a qual dedicamos muito tempo e muita comunicação. Já são mais de 200 e-mails nas nossas caixas, resultado da comunicação que é praticamente diária entre o nosso grupo. Cada um tem uma realidade, tem compromissos fora da faculdade, então é muito importante mantermos uma integração e comunicação para conseguirmos conectar as nossas idéias e reunirmos o nosso potencial. Abaixo seguem algumas fotos da nossa reunião.

Conferindo cálculos financeiros e acertando detalhes operacionais da exportação.


Conversando sobre o planejamento de marketing internacional e a viabilização financeira da empresa.

Apresentando pontos importantes sobre logística e execução.


Fazendo orçamento da parte gráfica e assistindo vídeo da empresa espanhola.


Muito bom esse vídeo. A Merly também gostou.


Capturando partes do vídeo para futura edição e anexação das nossas informações.
Palavras que tem dado muito certo no nosso trabalho:
COMUNICAÇÃO, INTEGRAÇÃO, OPINIÃO, PLANEJAMENTO, EQUILÍBRIO.

7 de nov. de 2008

Espanha incentiva pequenas empresas brasileiras a se instalarem em Madri

Madri
Achamos este texto e é mais um exemplo do potencial de relações comerciais do Brasil com a Espanha. Nos deixa ao mesmo tempo com um nível de satisfação e também nos faz perceber que devemos manter o diálogo comercial e incentivar as trocas comerciais com este país, algo que é notado e que vem crescendo.
Espanha, por meio de seu Escritório Comercial em São Paulo, incentiva a pequenas e médias empresas brasileiras a se instalarem em sua capital, cidade que oferece "infra-estrutura privilegiada e localização estratégica", conforme informações recentes de fontes empresariais.
A FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, declarou que durante um encontro de empresários brasileiros, a Conselheira comercial da Espanha em São Paulo, Inés Menéndez de Luarca, expressou a disposição do governo espanhol em facilitar a implantação deste tipo de empresas em Madri.

A agência PromoMadrid se encarregará de assessorar gratuitamente as pequenas e médias empresas interessadas em instalarem-se na capital espanhola.

O objetivo é converter a capital espanhola em "plataforma de acesso privilegiado" dos produtos brasileiro no mercado europeu e aproveitar, também, a qualificada mão-de-obra espanhola, destacou a FIESP.

O comércio entre Brasil e Espanha ultrapassou US$ 5,3 bilhões em 2007, com as exportações brasileiras somando US$ 3,5 bilhões, o que representa 40% a mais que em 2006, enquanto que as importações avançaram somente 16%.

No ano passado, o Brasil foi o vigésimo-primeiro país exportador ao mercado espanhol, com 1% de participação, com destaque para produtos como café, madeira, carvão vegetal e grãos.

No Brasil, os produtos espanhóis ocuparam a 26ª posição e consistiram fundamentalmente en peças aeronáuticas, reatores nucleares, caldeiras e veículos.

6 de nov. de 2008

Plano de Marketing: ajustes finais

Até o momento a disciplina de Marketing já passou uma grande quantidade de informações e conteúdos que estamos inserindo no nosso trabalho. O plano de marketing é um dos passos mais importantes para a nossa tarefa, e deve ser bem trabalhado, observando alguns aspectos e relacionando informações de várias áreas dentro da empresa, como a financeira, marketing, logística. Algumas decisões puderam fazer a diferença na hora da negociação, como identificação do mercado promissor, estabelecer a nossa margem de valores para a negociação, definir como será o processo logístico, a quantidade de mercadorias que iremos vender. Varias reuniões e muitas decisões tomadas para se concluir o plano de marketing, para podermos colocar a nossa empresa no real lugar que almejamos de acordo com os nossos investimentos, o que é feito com base de tempo e muitas análises, aspecto que para o gestor deve ser uma rotina, pois estamos inseridos em uma sociedade que consome e devemos ter uma visão macroeconomica dos negócios que podemos fechar, pois as oportunidades dependem do momento, das nossa fraquezas também, e estudar uma forma coerente e segura para alcançarmos o mercado internacional na fatia que esperamos. Em época de crise na economia, vamos aguardar para ver como ficará o consumo da sociedade internacional, com a população amedrontada com uma possível recessão que poderá estar próxima. Números, imagens, bibliografias, consultas a sites e a órgãos que orientam, todos estes componentes farão parte do nosso plano, que está em fase de conclusão. Os ensaios da negociação já começaram e estamos ajustando alguns pontos, como números, quantidade, estimativas. Lembrando que a nossa negociação trabalhará com duas culturas, brasileira e espanhola, e estabelecerá uma forma de reciprocidade nas relações e também no fechamento do negócio.

Diálogo, Plano de Marketing


Neste momento estamos fechando algumas pendências para o Plano de Marketing, pois na próxima semana serão as apresentações dos grupos e de seus planos. Esta fase exige muita dedicação e muita integração do grupo, pois muitos compromissos de uma vez só às vezes desgastam um pouco, mas é primordial renovar as energias para continuar a execução das tarefas. O diálogo já foi conferido pela Merly, que nos ajudou muito em alguns pontos idiomáticos e culturais. Muito válido para quem é da área do comércio exterior é a integração cultural, a conexão que permite um bom resultado. Percebemos que este é um dos objetivos do nosso trabalho e já alcançamos mais compreensão de alguns fatores em relação antes, principalmente no que tange à visão econômica do meio onde estamos inseridos, da visão de mercado que o Marketing nos ensina, do valor da informação e de como administrar, como Gerência de Informações nos descreve, e dos métodos inerentes aos processos de trocas comerciais entre os países, pois devem ser seguidos, que a matéria do Claude nos passa. Os ensaios da negociação já iniciaram e o estudo sistematizado de cada frase, cada momento, será ideal para o resultado final do nosso trabalho.

4 de nov. de 2008

Declaração de Brasília - Parceria Estratégica Brasil-Espanha


Trechos da Declaração de Brasília sobre a Consolidação da Parceria Estratégica Brasil-Espanha. Tópicos para fortalecer o diálogo político bilateral.

1. Dando cumprimento ao estabelecido no Plano de Parceria Estratégica Brasil- Espanha, os Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Luis Rodríguez Zapatero, celebraram reunião de Cúpula em 24 de janeiro, em Brasília, e reiteraram a intenção de continuar mantendo reuniões de Cúpula em bases anuais, em data e local a serem mutuamente acordados.

2. Os Presidentes Lula e Zapatero instruíram seus Ministros das Relações Exteriores a continuar mantendo reuniões periódicas com o objetivo de assegurar um diálogo fluido, que permita desenvolver relações bilaterais privilegiadas, bem como de analisar temas da atualidade mundial e de identificar ações conjuntas no cenário internacional voltadas sobretudo para a redução da pobreza, erradicação da fome e ajuda internacional a países atingidos por catástrofes naturais.

3. Os dois Presidentes instruíram o Secretário-Geral de Relações Exteriores do Brasil e o Secretário de Estado de Assuntos Exteriores e para Ibero-América da Espanha a manterem encontros em bases anuais e decidiram que o primeiro encontro realizar-se-ia no primeiro semestre de 2005, em data e local a serem acordados. Coincidiram também sobre a realização de Reuniões de Consultas Políticas em nível de Subsecretário, em bases semestrais, a serem realizadas alternadamente em Brasília e
Madri, ou à margem de encontros multilaterais, a fim de intercambiar posições sobre temas da agenda internacional.

4. Ambos os Presidentes convergiram sobre a importância de estimular encontros anuais entre representantes dos Poderes Legislativo e Judiciário de ambos os países. Nesse sentido, o Governo espanhol estendeu convite ao Presidente brasileiro do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Espanha para reunião bilateral em Madri, em março de 2005.

5. Ambos os Governos conferem especial relevância à preparação e realização da XV Conferência de Chefes de Estado e de Governo iberoamericanos a ser realizada em Salamanca, de 14 a 15 de outubro de 2005, ocasião em que caberá à Espanha, na qualidade de Secretária Pro-Tempore, a função de coordenar o processo preparatório. As Cúpulas Iberoamericanas são a mais alta instância do valioso mecanismo de concertação política e de cooperação que é a Conferência Iberoamericana. A Conferência deverá contra em 2005 com o apoio permanente da Secretaria Geral criada pelo Convênio Constitutivo de Santa Cruz de la Sierra cujo processo de ratificação já iniciaram e estão impulsionando. Reiteraram seu desejo de avançar na cooperação iberoamericana nas áreas da cultura, do conhecimento, da educação e da pesquisa e a sua disposição em trabalhar na elaboração de uma Carta Cultural Iberoamericana e, nesse contexto, se comprometeram, em consonância com o Artigo XXIV da Declaração de São José, em promover nos foros multilaterais o exame e a adoção de mecanismos financeiros inovadores, incluída a conversão de porcentagem do montante do serviço
da dívida por investimentos nos sistemas educativos dos países iberoamericanos, bem como outras iniciativas que permitam administrar recursos financeiros que constituem fundos adicionais ao orçamento destinado à educação.

6. Ambos os Governos manifestaram disposição de unir forças para promover a iniciativa do Presidente Rodríguez Zapatero em torno de uma "Aliança das Civilizações". Nesse sentido, reconheceram a importância de se continuar defendendo o multilateralismo, a legalidade internacional e o diálogo entre as culturas, e concordaram com a necessidade de se discutir e implementar, no âmbito das Nações Unidas, medidas ambiciosas e eficazes de promoção da integração cultural no mundo, chamando as nações a se unirem em torno dessa importante iniciativa.

7. Os dois países concordaram em continuar intercambiando informações sobre as negociações Mercosul-União, Européia a fim de permitir a ambos os Governos apreciação mais pormenorizada de posições com relação ao processo negociador interregional. Brasil e Espanha estão firmemente comprometidos com a finalidade de alcançar resultado equilibrado e ambicioso nas negociações do Acordo Inter-regional Mercosul-UE, de acordo com a Declaração de Guadalajara de 2004. Foi lembrado que o Acordo visa a melhorar o intercâmbio comercial entre as duas regiões e abarca
aspectos do diálogo político e de cooperação inter-regional, o que permitirá estreitar ainda mais os vínculos entre o Mercosul e a União Européia. Reiteraram o compromisso de trabalhar de forma construtiva e intensa no sentido de concluir as negociações inter-regionais Mercosul-UE no mais breve prazo possível.

8. Na qualidade de membros do Quarteto de Genebra, os dois Presidentes coincidiram sobre a importância de se assegurar resultados concretos à "Ação contra a fome e a pobreza", que possam ser apresentados em setembro próximo em Nova York, quando se realizará, nas Nações Unidas, evento de alto nível para a avaliação da implementação da Declaração do Milênio.

9. Ambos os Governos concordaram em manter consultas mútuas permanentes em foros internacionais, em especial na Organização das Nações Unidas, por intermédio das Chancelarias e das respectivas representações diplomáticas no exterior com o fito de intercambiar opiniões sobre temas como a reforma da ONU, a cooperação no âmbito das operações de paz, com especial menção ao compromisso dos dois Governos com a estabilização e reconstrução do Haiti, o combate ao terrorismo e a utilização conjunta de meios no combate ao narcotráfico.

10. Decidiram que seria privilegiado o apoio recíproco às candidaturas de ambos os
países em foros multilaterais, sempre que possível.

11. Manifestaram concordância em estabelecer no primeiro semestre de 2005 acordo de colaboração entre as respectivas academias diplomáticas.

12. Relembraram que estão previstas reuniões bilaterais em 2005, à margem de reuniões multilaterais, sobre prevenção e combate a incêndios florestais (março, em Roma), sobre recursos hídricos, gerenciamento de resíduos sólidos e sistemas de controle da qualidade do ar (abril, em Nova York), sobre a implementação do Memorando de Entendimento sobre Mudança do Clima e do gerenciamento de resíduos sólidos no contexto daquele mecanismo (maio, em Bonn) e sobre o uso sustentável da biodiversidade e uso e gestão de áreas protegidas (dezembro, em Montreal).

13. Instruíram seus Ministros a continuar negociando o Convênio sobre Cooperação em Matéria de Luta contra o Crime Organizado e outras Modalidades Delitivas, bem como o Tratado sobre Cooperação Jurídica em Matéria Penal.

14. Os dois Governos concordaram em manter conversações periódicas sobre a situação de emigrados nacionais residentes, respectivamente, nos territórios de cada um dos dois Estados.

2 de nov. de 2008

Brasil e Espanha: necessidade de melhorar relações bilaterais


Texto extraído do Blog Página Um.
Brasil e Espanha reconheceram hoje a necessidade de colocar as relações bilaterais políticas no mesmo nível que as econômicas, enquanto o governo brasileiro solicitou maiores facilidades para um presença mais intensa de empresas do país na Espanha.

Assim de posicionaram os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e da Espanha, Miguel Angel Moratinos, que assinaram um programa de atuação em ciência e tecnologia, "áreas que ambos governos decidiram potencializar ao máximo", segundo Moratinos.
O chanceler espanhol fez suas declarações em uma coletiva de imprensa após uma reunião no âmbito do plano de relação estratégica, que prevê encontros anuais entre chanceleres e chefes de Governo.
"Brasil e Espanha têm uma relação muito boa. Mas apesar das visitas e da grande simpatia dos presidentes, ainda não se conseguiu colocar as relações políticas no mesmo nível que as relações econômicas. O Brasil é o segundo destino de investimento da Espanha, e a Espanha é o segundo maior investidor no Brasil", declarou Amorim.

Após enfatizar as coincidências em política exterior entre os dois países, o chanceler brasileiro destacou que "nossa aliança em termos político não chegou ainda a uma aliança estratégica, o que tem a ver com uma postura conformista de ver as relações".
De acordo com ele, "o Brasil vê a Espanha como parte da União Européia, e a Espanha vê o Brasil como parte da América Latina. Temos que valorizar mais as relações bilaterais e continuar facilitando as relações empresariais".
Nesse sentido, Amorim pediu uma "abertura recíproca", referindo-se a seis empresas espanholas que ganharam em sete leilões brasileiros no mercado de serviços.
"É necessário que se facilite que empresas brasileiras estejam também presentes em licitações na Espanha", afirmou o chanceler.

Por sua vez, Moratinos disse que durante a reunião ambos os representantes coincidiram que "as duas administrações não compartilhar o espírito de integração que os dois governos querem dar às relações".
Amorim deixou claro que "nos interessam muito ter relações estreitas coma União Européia (EU), mas as vezes o grupo as torna um pouco difíceis, como o embargo à carne brasileira, que é um desestímulo para um futuro acordo comercial".
Moratinos expressou seu desejo de que, no caso da reeleição do primeiro-ministro José Luís Rodríguez Zapatero nas eleições de 9 de março, ele viaje ao Brasil ao longo deste ano.

1 de nov. de 2008

Atualização do trabalho

Estamos postando para fazer uma revisão de como estão os acontecimentos do nosso trabalho interdisciplinar. Já se passaram 3 meses de ‘produção’ do trabalho e deu pra perceber que já aprendemos muitas coisas novas neste período de tempo. Falando separadamente de cada disciplina, temos Gerência de Informações e Suprimentos nos esclarecendo muitos dados sobre os sistemas de gestão de estoque, relacionamento com clientes e a própria gestão, estes que podem ser muito úteis se aplicados de uma forma correta, e se realmente existir a necessidade de aplicá-lo na empresa. Em Seguros de Transporte e Direito Marítimo temos o conteúdo sobre os Incoterms, que será um passo importante de decisão para o nosso contrato de venda – exportação. Economia Internacional nos mostra vários fatores interligados, o que nos permite criar uma visão mais relacionada com tudo que acontece ao nosso redor. Lembrando que a crise americana é assunto de roda de conversa e de manchete em noticiários de qualquer lugar. Negociações Internacionais nos mostrou como traçar o nosso objetivo, como estudar uma forma de traduzir o que será o nosso trabalho, de uma maneira simples e que siga as regras já definidas. Marketing Internacional foi indispensável para elaborarmos o nosso plano de negócios, e alguns tópicos do trabalho são muito fortes e podem fazer toda a diferença no final, como análise de mercado, formação do produto, formação do preço, entre outros. Podemos dizer que os próximos 19 dias serão de mais dedicação. O plano de marketing está quase pronto, ainda precisamos ajustar alguns pontos, a negociação já foi revisada pela Merly e estamos fazendo os devidos encaixes de idéias, o nosso planejamento gráfico e de exposição já está definido e começam em breve os ensaios da negociação. Agora é colocar a mão na massa em um ritmo mais acelerado, pois o prazo é curto, e ensaiar bastante a negociação, não esquecendo da cultura do outro país. Contamos com o apoio de todos e as sugestões também. A apresentação do nosso trabalho interdisciplinar será no dia 20/11/08.

31 de out. de 2008

Como negociar com a Espanha - dicas


Achamos este livro muito útil na elaboração do trabalho e provavelmente todos os grupos devem ter pesquisado nele. Como Negociar Qualquer Coisa Com Qualquer Pessoa em Qualquer Lugar do Mundo, de Frank L. Acuff, reúne informações culturais de cada país, dados importantes na hora de criar a pauta da negociação. Como vamos negociar com a Espanha, abaixo listamos algumas características da cultura espanhola para aplicarmos na negociação:

Cumprimentos
De a mão nos encontros e despedidas. Os homens devem esperar que as mulheres estendam primeiro a mão.
Os abraços ocorrem apenas entre amigos.
Use o título da pessoa (Sr. Sra. ou Srta.) seguido do sobrenome. Usa-se Don e dona, seguidos do primeiro nome, em sinal de respeito.
Na comunicação escrita acrescenta o sobrenome materno ao nome (por exemplo, Sr. Francisco Martinez Rodrigues).
Quando uma pessoa mais velha se dirigir a você pelo primeiro nome, não retribua da mesma forma, a não ser que ela insista.

Conversação
Os espanhóis gostam de falar sobre suas famílias, e sobre a sua historia, cultura, e o rápido crescimento econômico da Espanha.
O futebol é um esporte nacional muito popular. Muitos espanhóis são ligados ao tênis, ao basquete, a natação, ao esqui de neve e a caça.
As touradas são populares, sendo consideradas ao mesmo tempo um esporte e uma arte.
O contato físico entre as pessoas ocorre muito mais freqüência do que em outros países da Europa Ocidental.

Sensibilidade
Os espanhóis gostam de falar sobre política. Recomenda-se ouvir mais que falar.
Evite comparações com os Estados Unidos.
Não critique as touradas. Os espanhóis as consideram como parte importante da sua cultura.

Dicas importantes
Seja pontual, as reuniões de negócios geralmente começam dez a quinze minutos após a hora marcada.
O ritmo das negociações é lento.
Estabeleça um relacionamento solido confiança, harmonia e compatibilidade são essenciais para fazer negócios na Espanha.
Não faça algo constrangedor ao interlocutor. O orgulho e a honra na Espanha são muito importante nas negociações.
Abra espaço para fazer concessões. Embora a barganha seja parte do cotidiano espanhol, não regateie ao ponto de estragar o relacionamento.
Faça propostas pragmáticas e detalhadas. Esquemas grandiosos provavelmente não funcionarão.
Durante a siesta da tarde das 13:30 até as 16:30 não se realizam negócios.
Não fique constrangido com “conselhos ou retificações” dos espanhóis.
Eles acham que tem o dever de corrigir os “erros” dos outros.
Vista-se bem e fale de maneira mais articulada e eloqüente possível. As aparências são importantes.

Sugestões para o entretenimento associado aos negócios - Dica do dia a dia dos espanhóis
Atividades sociais ocorrem em restaurantes. Convites às casas podem ser apenas uma cortesia formal. Só aceite se o anfitrião insistir.
O almoço é por volta das 14: horas e costuma ser a principal refeição do dia.
Come-se uma (merienda) ao redor das 17 ou 18 horas. O jantar ocorre bem mais tarde, normalmente ao redor das 21 ou 22 horas, e não é tão forte quanto o almoço.
Se o jantar é formal indica-se o lugar para sentar. Leve um pequeno presente se for convidado.
A frase para brindar é salud, geralmente dita antes de beber uma taça de jerez (xerez), a bebida nacional.
Taxa de serviço de 15% nos restaurantes é freqüentemente incluída na conta. No contrario deixe uma gorjeta de 10 a 15%.

Modos à mesa e comida
Os elogios a culinária são bem recebidos.
Mantenha as mãos sobre a mesa e não os cotovelos.
Adota-se o estilo continental ao comer, com o garfo na mão esquerda e a faca na direita. Pode-se usar a faca para levar comida ao garfo, mas não use os dedos.
Coloque os talheres lado a lado sobre o prato quando terminar a comida. Do contrário é sinal que ira continuar comendo.
Algumas comidas típicas são vegetais frescos, carne, ovos, frango e peixe. A maioria dos alimentos são cozidos com azeite de oliva.
Entre os diversos pratos regionais da Espanha pode-se encontrar o gazpacho (sopa fria de vegetais), da província sulista de Andaluzia; paella (um cozido de frutos do mar, arroz e vegetais, da província de Valencia, marmitako (cozido de pescador) do país basco.
As refeições são acompanhadas de vinho.

Questões do Gênero
As mulheres envolvidas em negócios internacionais não devem se surpreender com atitudes machistas de muitos interlocutores espanhóis.
Apesar das mudanças em curso, são poucas mulheres com carreiras profissionais, e menos ainda em cargos de direção. A comunidade de negócios espanhola está polarizada sobre qual deveria ser a função apropriada das mulheres no mundo dos negócios.
A Espanha é um dos principais produtores mundiais de vinho.

30 de out. de 2008

Exportação passo-a-passo


1º) Preparar a empresa. Efetuar o registro de exportador na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC) ou na Delegacia da Receita Federal mais próxima.

2º) Selecionar um canal para a exportação dos produtos. Caso a exportação não seja direta, a empresa poderá utilizar consórcios de exportação, tradings companies, agentes de comércio exterior, empresas comerciais exportadoras etc.

3º) Identificar os mercados. Estabelecer contato com compradores (importadores) no exterior. Ao identificar o importador, fornecer informações sobre quantidade disponível, aspectos técnicos, condições de venda, prazo de entrega e preço unitário da mercadoria.

4º) Análise de mercado para avaliar a viabilidade da exportação. Uma vez identificado o mercado a empresa deve efetuar uma análise com relação a preços praticados no país, diferenças cambiais, nível de demanda, sazonalidades, embalagens, exigências técnicas e sanitárias, custo de transporte, e outras informações que influenciarão a operação.

5º) Contato inicial com o importador. Identificado o cliente, é imprescindível que seja enviado a ele o maior número possível de informações sobre o produto, pode-se utilizar catálogo, lista de preços, amostra.

6º) Confirmado o fechamento do negócio, o exportador deve formalizar a negociação enviando uma fatura pró-forma. Não existe um modelo de fatura pró-forma. Nela devem constar informações sobre o importador e o exportador, descrição da mercadoria, peso líquido e bruto, quantidade e preço unitário e total, condição de venda e modalidade de pagamento, meio de transporte, e tipo de embalagem.

7º) Caso não haja mercadoria em estoque o exportador deve-se agilizar a produção, atenta às questões como controle de qualidade, embalagem, rotulagem e marcação de volumes.

8º) Confirmação da carta de crédito. Embora haja outras formas de pagamento, o grau de segurança oferecido pela modalidade carta de crédito torna o instrumento o mais utilizado no comércio internacional. O exportador deverá pedir ao importador a abertura da carta de crédito. Ao final do processo o banco enviará cópia ao exportador.

9º) O exportador deverá providenciar a emissão dos documentos de exportação ou embarque.
Documentos necessários para circulação da mercadoria no país de origem:
- romaneio de embarque
- nota fiscal
- certificados adicionais, quando necessários
Documentos necessários para o embarque ao exterior:
- romaneio de embarque
- nota fiscal
- registro de exportação
- certificados- conhecimento de embarque (emitido após o embarque)

10º) Efetuar a contratação da operação de câmbio, ou seja, negociar com a instituição financeira autorizada o pagamento em reais ou a conversão da moeda estrangeira recebida pela aquisição das mercadorias exportadas. Esta operação é formalizada mediante um contrato de câmbio.

11º) Embarque da mercadoria e despacho aduaneiro. Após todos estes procedimentos deverá ser efetuado o embarque da mercadoria e desembaraço na aduana (alfândega). O embarque aéreo ou marítimo da mercadoria é efetuado por agentes aduaneiros mediante o pagamento da taxa de capatazia.
O embarque rodoviário é efetuado no próprio estabelecimento do produtor, ou em local pré-estabelecido pelo importador.
A liberação da mercadoria para embarque é feita mediante a verificação física e documental realizadas por agentes da Receita Federal nos terminais aduaneiros. Todas as etapas do despacho aduaneiro são feitas através do Siscomex.

12º) Preparação dos documentos pós embarqueDocumentos para negociação junto ao Banco (pagamento):
- Fatura comercial
- Conhecimento de embarque
- Letra cambial ou saque
- Carta de crédito (original)
- Fatura e/ou visto consular
- Certificados adicionais (quando necessário)
- Apólice ou certificado de seguro (caso a condição seja CIF)
- Borderô ou carta de entrega

Documentos contábeis (arquivamento):
- Fatura comercial
- Conhecimento de embarque
- Nota fiscal
- Apólice ou certificado de seguro
- Contrato de câmbio

13º) Apresentação dos documentos ao banco do importador. No caso da operação ter sido efetuada com carta de crédito deve-se apresentar ao banco indicado pelo importador os documentos que comprovem que a transação foi efetuada conforme combinado.

14º) Liquidação do câmbio. Após a transferência para o banco do exportador deverá ser feita a liquidação do câmbio conforme as condições descritas no contrato de câmbio. O recebimento deverá ser em R$ (reais).

Lula diz que relação com Espanha é extraordinária


Esta reportagem é de maio deste ano, e achamos muito interessante colocar neste momento estas informações.

No encontro desta quinta-feira (15), com primeiro-ministro da Espanha, José Luis Zapatero, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou solidariedade ao governo espanhol, pelo atentado ocorrido nessa quarta, na localidade de Legutiana, no País Basco, que matou um policial e feriu quatro pessoas. Lula disse que as relações entre Espanha e Brasil estão transcorrendo de forma "extraordinária", e que os espanhóis tem dado uma contribuição ao desenvolvimento do Brasil, por meio de investimentos. "Temos uma parceria estratégica com a Espanha", disse Lula acrescentando que certamente essa parceria crescerá.

José Luis Zapatero agradeceu a solidariedade que o Brasil sempre teve com a Espanha e disse que isso demonstra a irmandade e confiança no País. Ele disse que o Brasil e a Espanha vão intensificar as relações e que ambos são locomotivas essenciais na intensificação dos laços da América Latina e Europa. Zapatero disse que as empresas espanholas estão muito satisfeitas no Brasil por causa da segurança jurídica e da estabilidade econômica. Ao final da declaração conjunta, Zapatero disse que encontrou um Lula melhor do que nunca, igual ao Brasil.
Fonte: Agência Estado

28 de out. de 2008

Logística internacional: desafio para as empresas globais.


A imprensa política e econômica sempre mostram novos investimentos do governo, novas parcerias que visam favorecer o setor de transporte rodoviário, modernização de aeroportos, entre outros setores, com o objetivo de melhorar as condições de transporte de cargas e assim promover mais trocas comerciais, na tentativa de manter um superávit e promover a “nacionalização da economia”, que tem exportado pouco nos últimos tempos e logicamente elevado o volume de importações.
Para o nosso trabalho a coisa ganha um âmbito maior, pois durante o curso estudamos aspectos logísticos aplicados ao Comércio Exterior, e agora temos que promover uma exportação, onde a logística tem uma gama maior de fatores, pois não só o transporte, envolve questões políticas e fiscais de outros países. Não é o nosso objetivo sairmos craques em transporte internacional, até porque o tempo é curto para absorver tal conhecimento que é tão extenso.

Se tratando da visão macroeconômica, temos que estabelecer um plano logístico para a entrega da nossa carga no tempo ideal, na quantidade certa, dentre outras coisas. Envolvemos aqui também a importância do Incoterms e como aplicaremos na nossa negociação.

O mais importante para nós é salientar que é indispensável absorver uma boa base conceitual e estabelecer uma análise do que é o transporte no Brasil. Devemos estudar formas de canalizá-lo fazendo as melhorias urgentes que são necessárias e assim continuar promovendo as trocas comerciais com outros países, tentando mudar o quadro econômico e almejando o equilíbrio da balança comercial do nosso país. Não esqueceríamos de colocar novamente a idéia de que o setor público precisa investir mais neste cenário (todos estão conscientes disso). Após uma base teórica sólida e criando um poder de análise do dia-a-dia do cenário brasileiro, poderemos aliar ao Marketing Internacional e ao conhecimento dos mecanismos de comércio internacional de outros países que iremos nos relacionar.

Não tem como falar de exportação se não falar de planejamento e conhecimento da realidade do transporte internacional, que envolve desde a parte marítima até as vias terrestres de destino (no caso do nosso trabalho, que não envolve transporte aéreo). Base segura para garantir a entrega conforme o previsto e assim, em uma visão mais ampliada, depositar mais seriedade ao Brasil que carece de uma boa posição (em vários fatores) no cenário do mercado internacional.
Por ANGELO BONESI

Influência interessante


A bandeira de um município deve. ao mesmo tempo, ser simples, bela e conter, ainda, elementos que a identifiquem com a qualidade que simboliza e representa. A bandeira de Mar de Espanha procura. antes de mais nada. mostrar de maneira explícita possível a representação iconográfica do próprio nome do município, ou seja, as idéias de mar e Espanha. Para representar o primeiro. foram escolhidas as três faixas azuis. onduladas sobre fundo branco. A idéia de Espanha nos salta aos olhos pelo próprio aspecto da bandeira em suas divisões em três faixas horizontais, com a central de largura dupla das demais. As cores utilizadas na faixa inferior e na central, ou seja. vermelho e amarelo, respectivamente, são as cores de Espanha. A faixa superior em verde, justaposta à central em amarelo, rendem homenagem ao Brasil. As inserção do Brasão de Armas na parte esquerda da faixa central completa o desenho e fornece as demais informações sobre o município. A confecção da bandeira deve seguir o desenho modular específico, cujas proporções básicas são as do pavilhão nacional.
Por NEWTON BARBOSA DE CASTRO

Relações comerciais entre Brasil e Espanha

Achamos importante consolidar a visão das relações comerciais entre o Brasil e a Espanha, e pesquisando descobrimos mais informações que acrescentam muito ao nosso trabalho, e à formação da nossa compreensão econômica para o comércio internacional, lembrando que é indispensável que as nações mantenham relações recíprocas na área política e internacional, para haver esta integração econômica e continuar promovendo o mercado internacional, que é o que move o mundo. A evolução dos meios de comunicação e a agilização nas trocas de informação possibilitou uma conexão econômica e cultural entre os países, e este fator se mostra crescente, pois o turismo e o intercâmbio cultural contribuem para impulsionar. Um fator muito positivo para o Brasil, que está em uma posição econômica muitas vezes inferior às grandes potências (no nosso trabalho nos referimos principalmente à União Européia), é esta nova visão que mostra, em vários setores se destacando e se colocando como uma nação promissora, apesar de a nossa estrutura portuária e rodoviária carecer de investimentos. Abaixo segue alguns tópicos indispensáveis para abordar o assunto em questão:

O crescimento das exportações e importações espanholas nos últimos anos transformou o país em um dos mais internacionalizados do mundo.

Relatório elaborado pelo UNCTAD mostrou que o investimento espanhol no exterior foi de cerca de 38,77 bilhões de dólares em 2005. No comércio de mercadorias, o país é o 17º exportador e o 12º importador mundial. No comércio de serviços é o 7º exportador e o 10º importador mundial.

Quanto aos investimentos, a Espanha foi um dos principais receptores mundiais de investimento direto nos últimos anos. Em 2005 foi o 90º destino mundial de fluxos de investimento e o terceiro país da União Européia em número de filiais de empresas estrangeiras.

Foi a partir de 1995 que as relações entre o Brasil e a Espanha atingiram o ponto máximo de aproximação e dinamismo, coincidindo com as transformações introduzidas pelo Plano Real e pelo processo de internacionalização das empresas espanholas.

Atualmente, as relações comerciais entre os países estão em seu melhor momento. A presença comercial espanhola no Brasil aumentou de forma tão relevante que converteu o Brasil no segundo destino das exportações na América Latina, atrás somente do México. No ano de 2005 os investimentos líquidos do Brasil na Espanha alcançaram cerca de 151 milhões de euros.

Uma das operações de destaque em 2005 foi a compra que a GERDAU fez de 80% das ações do líder espanhol de aços especiais – Sidenor, em partes iguais com o Banco Santander - BSCH. A operação do grupo brasileiro e um grupo de diretores da companhia espanhola, que adquiriram os 20% restantes, foi realizada por um total de 443,8 milhões de euros.

Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro, as exportações espanholas ao Brasil foram de US$ 1, 33 bi no ano de 2005. Os principais itens das exportações brasileiras em 2005 foram complexo de soja, minério de ferro, café em grão, minerais, carne bovina, aço, produtos de pesca, madeira serrada e couro. Com maior agregado, tiveram destaque as exportações de móveis, tecidos de malha, calçados, suco de laranja e autopeças. Os principais produtos da pauta de importação foram peças para avião, petróleo, autopeças, veículos automotores e produtos químicos.
Empresas espanholas no Brasil
Telefônica S.A.
Editora Moderna Ltda.
Editora Planeta do Brasil Ltda.
KPMG Auditores Independentes
PricewaterhouseCoopers
Gesfor Brasil Sociedade Ltda.
Ambient Serviços Ambientais de Ribeirão Preto
Banco Santander Brasil S.A. (Grupo Santander Banespa)
Klabin S.A.
Wal-Mart Brasil
Mapfre Seguros
Iberdrola
Endesa
Repsol YPF
Projetos sociais
Em 2006, um grupo de 18 empresas associadas à Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil investiu US$ 72 milhões em projetos sociais, segundo um relatório apresentado no mês de outubro de 2007 em São Paulo.
O documento "Memória da Responsabilidade Social" foi divulgado pelo presidente da entidade, o espanhol Ramón Sánchez Díez.. As áreas de atuação são assistência social, preservação ambiental, cultura, educação, erradicação do trabalho infantil, infra-estrutura, segurança alimentícia e saúde, entre outras. A Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil foi criada em 1955 e conta hoje com mais de 450 associados dos mais diversos setores de atividade.
Turismo
A Espanha é o nono mercador emissor de turistas para o Brasil.
Em 2005, visitaram o Brasil 172.979 turistas espanhóis, o que representa um aumento de 11,29% em relação ao ano anterior, quando 155.421 turistas deslocaram-se da Espanha ao Brasil.
O potencial para incremento é muito expressivo, já que a parcela dos turistas que se dirigiram ao Brasil em 2004 é apenas 5,01% do total de espanhóis que viajaram ao exterior naquele ano.
Lula x Zapatero
Em encontro realizado no mês de setembro de 2007, o presidente Lula e o chefe do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero se comprometeram a estreitar ainda mais a já sólida relação bilateral entre os países, especialmente nos campos econômico e comercial.

"A Espanha e o Brasil vão estreitar sua cooperação, ir à frente da declaração de Brasília que assinamos em 2005", disse Zapatero. "Estamos começando uma nova fase" e "somos aliados estratégicos", afirmou o presidente brasileiro. A "Declaração de Brasília sobre a Consolidação da Parceria Estratégica Brasil-Espanha" foi assinada em 24 de janeiro de 2005.

No encontro, Lula também apresentou o PAC para o governo e empresários espanhóis. O PAC prevê investimentos em infra-estrutura no valor de mais de US$ 250 bilhões até 2010, segundo o presidente, que convidou a Espanha a se associar com seu país "na construção deste programa".

27 de out. de 2008

Marketing: não só publicidade

Achamos importante postar este texto de Roberto Benelli, pois mostra a visão do Marketing e sua relação com a publicidade.

O meu professor de psicologia comportamental da Universidade de Detroit, nos Estados Unidos, gostava de brincar sobre os efeitos do Marketing no comportamento do consumidor. O Marketing, ele falava, permite vender geladeiras no pólo norte e aquecedores no centro da África. Na verdade era só uma maneira humorística para definir o conceito, pois Marketing é uma verdadeira ciência muito mais complexa.

Através de constantes atualizações, uma correta metodologia de Marketing é indispensável em qualquer empresa e, em função disso, o departamento de Marketing faz parte hoje, com autonomia própria, da estrutura de muitas indústrias.
Marketing vem de market - mercado - e a expressão “to market” pode ser interpretada como Preparar e oferecer no mercado para vender e também promover e lançar no mercado. Na sua complexa articulação, o Marketing é uma disciplina que regulamenta o relacionamento entre a empresa e o próprio mercado e que chega a analisar com antecedência as demais situações que se referem ao consumidor e à concorrência. Então Marketing é uma especifica atividade da empresa, voltada a aperfeiçoar todos os fatores que permitem melhorar a comercialização de produtos e prestações de serviço, através da criação, identificação e estimulação das necessidades do potencial consumidor.

A atividade de marketing é associada à proposta de produtos ou serviços idôneos a satisfazer estas necessidades e condiciona todas as decisões relacionadas ao produto: características, visual, preço, tipo de publicidade, promoção, canais de distribuição e tipo de rede de venda. Marketing é criar as condições necessárias no mercado para que o produto seja procurado no momento que precisar, após uma divulgação apropriada e uma profunda analise do consumidor em todos seus aspectos.

A forte influência que esta atividade pode ter, em sinergia com as outras atividades empresariais para conseguir lucros, tem transformado o Marketing em uma verdadeira competência managerial, responsável das avaliações estratégicas que empenham os recursos da empresa na determinação dos objetivos financeiros a serem alcançados. É importante notar que a função prioritária do Marketing não é conseguir um maior lucro sobre o produto, mas estudar em todos os detalhes como “construir” um produto que tenha sucesso imediato. Um marketing adequado e proporcionado ao tamanho da empresa é, ou pelo menos seria, necessário em qualquer setor de atividade, artesanal como industrial e faz parte da mesma vida comercial dos mercados mundiais.

Marketing é analise e pesquisa muito antes de ser promoção, publicidade e estratégia de venda; Marketing é, sobretudo Comunicação, elemento indispensável para manter uma ligação direta com o consumidor. Todos os produtos da alimentação e de utilidade no cotidiano, assim como os artigos do mundo da moda, da indústria mecânica, da construção civil e de qualquer outro setor industrial que se possa imaginar, além das prestações de serviço, são sujeitos a uma maior ou menor atividade de marketing que inicia com a necessidade de entender:

- O que o consumidor quer
- Quando o quer
- Onde o quer
- Como quer comprá-lo
- Quanto quer pagar

Em fim, Marketing é psicologia de mercado. Existe um estudo estatístico aprofundado sobre a maneira geral de olhar as vitrines por parte do potencial consumidor. Segundo a estatística, o display influencia a venda se um determinado produto for colocado, por exemplo, na altura dos olhos, em baixo na parte direita ou esquerda da vitrine, etc. Não por a caso, perto do caixa dos supermercados em qualquer parte do mundo, são colocados produtos pequenos e convidativos tipo balas, chocolates e chicletes, entre outros, que o cliente acaba comprando, enquanto aguardar na fila, sem ter necessidade alguma.

Elaboração do diálogo


Para elaborarmos o diálogo foi preciso muito tempo e muitas idéias. Papel e caneta nunca faltam em nossas mãos. Fizemos uma revisão de todo o conteúdo que Merly nos passou até agora, desde o início do período. Apesar de um tempo relativamente curto, já temos muitas ferramentas para serem aplicadas em uma negociação e que serão úteis também para a vida pessoal, pois a sociedade vive em relações de trocas. No nosso diálogo prestamos muita atenção nos seguintes aspectos:

- Comunicação clara
- Eliminação de barreiras culturais e idiomáticas
- Equilíbrio emocional (empatia, resolução de conflitos, busca de equilíbrio em todas as etapas).
- Diferenças culturais que devem ser respeitadas
- Características culturais de cada lado bem visíveis.

Por enquanto o que podemos divulgar é isto, construímos algumas situações que podemos aplicar os conhecimentos que Merly nos passa, e vamos entregar o esboço e aguardar a sua avaliação. Um diferencial que podemos mostrar e que cada um tem o seu é a sua própria característica, a sua marca. Fazendo este trabalho temos a oportunidade de cada um colocar o seu ponto de vista, no final construindo juntos um resultado que corresponda à nossa dedicação. Estamos aprendendo muitas coisas com este trabalho, poderíamos citar em termos de planejamento, análise, paciência, prazos, equilíbrio psicológico, entre outros aspectos. Está sendo muito útil para aplicarmos o que as disciplinas têm nos apresentado.

26 de out. de 2008

A Europa de olho no Brasil

Este mapa antigo retrara a relação cultural do Brasil com a Europa e a comunicação.
Mapa das vias de comunicação no início do século XX. Wilhelm Sievers, Süd-und Mittelamerika, Leipzig e Viena, 1903 (2a. ed.) Clique para ampliar.
Ser considerado um país de risco não era uma situação positiva para o Brasil pois o carimbo de "não confiável" acabava sendo relacionado não somente aos investimentos, mas também aos aspectos comportamentais do mundo industrial e comercial. A conquista da posição de país seguro proporciona automaticamente um incremento de interesse por parte dos investidores estrangeiros e paralelamente a criação de uma imagem melhor do Brasil aos demais aspectos. Por outro lado, esta conquista tem gerado preocupação e opiniões contrastantes por parte de Economistas e Analistas. Segundo alguns, já que a queda do dólar até hoje tem prejudicado bastante as exportações, uma posterior chuva de capital estrangeiro irá prejudicar ainda mais um setor que tem dificuldade em decolar. Segundo outros, a entrada no país de capital estrangeiro não será tão violenta e prejudicial. Uma coisa é certa: a desvalorização do dólar favorece a importação ao invés da exportação, mas este aspecto não é, na minha opinião, tão negativo. Analisando nestas páginas os problemas do setor calçadista, acredito que a possibilidade de importar mais facilmente máquinas, materiais e componentes tecnologicamente avançados, possa ajudar a melhorar o produto assim que seja mais competitivo e no final mais exportavel. O rumo Europa é com certeza o mais procurado hoje, sendo desligado das complicações do dolar e na verdade a mesma Europa está olhando ao Brasil com crescente renovado interesse. Ainda hoje existem infelizmente muitos preconceitos na Europa a respeito da conveniência de iniciar um business de importação do Brasil, não tanto devidos à parte financeira do negócio, quanto ao medo da lentidão burocrática, dos atrasos na entrega da mercadoria e da possivel carência de qualidade. A conquista de credibilidade financeira marca um passo a frente do país na visão européia, porém, por uma razão ou outra, o Brasil não consegui ainda exportar para a Europa uma quantidade de produtos acabados suficiente para se afirmar oue derrubar totalmente estes preconceitos.

25 de out. de 2008

Agregar valor e buscar um diferencial para recuperar o mercado da exportação

Achamos muito interessante este artigo de Roberto Benelli (confira sua coluna no seu link em 'Importante' no nosso blog) sobre o mercado de exportação de artigos como o que vamos comercializar, e decidimos colocar no blog para todos terem acesso às informações deste profissional tão reconhecido.
Nunca como nos últimos meses a indústria calçadista brasileira tem sido agredida por todos os lados até enfrentar uma crise que por enquanto não mostra sinais de acabar. Infelizmente parece que o famoso ditado brasileiro “ no final tudo dá certo “ não esteja funcionando desta vez e as empresas só podem contar com a capacidade e a vontade de não ver a própria atividade prejudicada além dos limites.Vários fatores se juntaram de uma vez até criar uma situação negativa em termos de exportação, mesmo quando gradualmente, mais e mais empresas estavam tendo a experiência das vantagens de exportar, além de empresas que há bastante tempo têm destinado boa parte da própria produção na exportação. Nem precisa lembrar que as causas principais da queda das exportações de calçados foram a politica cambial e a concorrência chinesa, além de uma situação mundial que está dificultando ainda mais a vida do calçado brasileiro. Nem o mercado interno tem capacidade de absorver a produção que não pôde mais ser exportada e, uma maior oferta e uma inevitável maior concorrência criam outros tipos de problemas. No mercado interno não tem espaço para todos e a competitividade entre as fábricas para ganhar qualquer nicho, antes ocupado por outra empresa, se torna um dos efeitos colaterais negativos da crise na exportação. Quanto à politica cambial é dificil fazer previsões e nada deixa pensar que possa mudar de um dia para o outro. Além disso, na minha opinião a evolução do sapato chinês é irreversível. Nunca acreditei nas salvaguardas e sempre achei que a conquista dos mercados internacionais pelos chineses seria o resultado de um planejamento plurienal, estudado nos mínimos detalhes através de uma estratégia de penetração capaz de criar um processo irreversível. Geralmente falando, a situação na Itália não é melhor. O Euro forte em relação ao dólar dificulta as exportações para os Estados Unidos, o poder aquisitivo na Europa, em geral, diminuiu e consequentemente as importações de sapatos italianos também, e a concorrência chinesa tomou conta de uma boa parte dos sapatos de qualidade média, seja no mercado interno como na exportação. Como então a indústria calçadista italiana está se movimentando para freiar o problema ? Primeiramente potenciando o Design, procurando um qualquer direrencial que possa destacar o sapato italiano em relação ao chinês e agregando ainda mais valor ao produto através da tecnologia. Nada que não possa acontecer no Brasil também, sempre que as empresas estejam acreditando conjuntamente que este é o caminho certo. Em outros artigos já tive a oportunidade de estimular a busca de identidade por meio de um Design criado e não copiado, inspirado no Artesanato, aos produtos naturais típicos do Brasil ou a qualquer elemento de brasilidade que pudesse fornecer aquele diferencial necessário à criação de um estilo personalizado. Junto com a Francal, através do PRÊMIO FRANCAL TOP DE ESTILISMO, há alguns anos, já estamos incentivando o Estilo Brasil como conceito para se apresentar nos mercados estrangeiros com um produto diferente e não apenas competitivo. Hoje até as tendências futuras de moda podem ajudar neste desafio : os conceitos artesanais estão entrando na moda de calçados com tecelagem, bijouteria de alto nível, ornamentos de madeira, osso, pedras, vidro e fibras naturais. Talvez é o momento de acordar e fazer um esforço conjunto para que o sapato brasileiro possa chegar finalmente a conseguir uma identidade própria reconhecida no mundo. O importante é agregar valor ao produto e sair do sintético quanto mais possível. A tecnologia coloca a disposição couros reconstruidos para solados, forros e até cabedais que permitem aumentar o valor intrínseco do produto quase sem acréscimo de preço. A moda do ano que vem será caracterizada pela utilização de tecidos finos e elegantes para o calçado, saltos com decorações, anabelas pintadas e muitos outros elementos que a criatividade brasileira poderia desfrutar ao melhor. Buscar um diferencial e agregar valor ao produto - este será o trabalho dos estilistas e dos profissionais a ser incentivado e valorizado pelas empresas pois provavelmente no final, só por meio de quem tem a capacidade de criar, será alcançado um objetivo tão ambicioso quanto a salvação das exportações do calçado brasileiro.

Diferenças culturais na Negociação

Como se aproxima a entrega do diálogo e percebemos que este deve ser bem preparado para tudo sair de uma forma coerente e lógica, pensamos na idéia de postar sobre as diferenças culturais que existem nas Negociações Internacionais. É aceitável que cada cultura tem os seus aspectos, é aquela história, a mesma dose de liberdade para ambos os lados e a tentativa de alcançar um resultado bom para os dois. O nosso diálogo está sendo preparado com base nos estudos da disciplina da Merly, não só a parte prática da Negociação, mas muitos fatores influenciaram para tomarmos algumas decisões e definirmos como será a nossa, e por enquanto só podemos adiantar que traz a cultura expressada, vamos tentar fazer esta conexão culural com o país da outra parte, até mesmo para abrirmos a nossa visão para a globalização cultural que o mundo caminha, pois como percebemos nas últimas décadas os meios de comunicação passaram a influenciar fortemente na vida das pessoas, e a velocidade de troca de informações passou a ser um elemento fundamental na vida cultural e, principalmente na vida profissional da pessoa. Abaixo está um exemplo de diferença cultural na Negociação que extraímos de um site e achamos interessante colocar:
Em Londres, um grupo de homens de negócios americanos estava tentando acertar um difícil problema com um grupo de ingleses, em uma mesa de conferência. Ambos os grupos estavam ficando exasperados com seus adversários. Os ingleses insistiam que o problema fosse "colocado na mesa". Os americanos, por sua vez, com igual ênfase se recusavam a fazê-lo. Só depois descobriram que em inglês londrino "to table" quer dizer discutir e agir sobre um problema, enquanto em inglês americano, que dizer adiar o problema...
Em Leningrado, um argentino, disposto a vender produtos agrícolas, foi levado a uma protocolar visita a monumentos da II. Guerra Mundial, antes de iniciar as negociações. Ele viu, ouviu e manifestou um interesse bem-educado. Depois que os russos esfriaram as negociações, por acaso
descobriu que os estrangeiros devem manifestar inequívocos e profundos protestos de horror e solidariedade diante dos terríveis sofrimentos inflingidos aos russos durante a II. Guerra Mundial.

Todo profissional de negócios no âmbito internacional deve ter a consciência de que as diferenças culturais podem ser as diferenças entre o sucesso e o fracasso. O fracasso nessas estórias vem no fim. Importante é a abertura cultural, relacionado ao equilíbrio emocional e a objetivos em definidos, para se ter uma postura equilibrada e se preparar para o processo da Negociação.

24 de out. de 2008

Resumo dos Incoterms

Este quadro mostra um resumo dos Incoterms. Clique para ver a imagem maior.

Mais tipos de Incoterms

- Nesta modalidade, as responsabilidades do vendedor são as mesmas descritas no CPT, acrescidas da contratação e pagamento do seguro até o destino;
- A partir do momento em que as mercadorias são entregues à custódia do transportador, os riscos por perdas e danos se transferem do vendedor para o comprador, assim como possíveis custos adicionais que possam incorrer;
- O seguro pago pelo vendedor tem cobertura mínima, de modo que compete ao comprador avaliar a necessidade de efetuar seguro complementar;
- Cláusula utilizada em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor deve entregar a mercadoria no ponto combinado na fronteira, porém antes da divisa aduaneira do país limítrofe, arcando com todos os custos e riscos até esse ponto;
- A entrega é feita a bordo do veículo transportador, sem descarregar;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço da exportação, mas não pelo desembaraço da importação;
- Após a entrega da mercadoria, são transferidos do vendedor para o comprador os custos e riscos de perdas ou danos causados às mercadorias;
- Cláusula utilizada para transporte terrestre.

- O vendedor deve colocar a mercadoria à disposição do comprador, à bordo do navio, não desembaraçada para a importação, no porto de destino designado;
- O vendedor arca com todos os custos e riscos até o porto de destino, antes da descarga;
- Este termo somente deve ser utilizado para transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- A responsabilidade do vendedor consiste em colocar a mercadoria à disposição do comprador, não desembaraçada para importação, no cais do porto de destino designado;
- O vendedor arca com os custos e riscos inerentes ao transporte até o porto de destino e com a descarga da mercadoria no cais;
- A partir daí a responsabilidade é do comprador, inclusive no que diz respeito ao desembaraço aduaneiro de importação;
- Este termo deve ser utilizado apenas para transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- O vendedor deve colocar a mercadoria à disposição do comprador, no ponto de destino designado, sem estar desembaraçada para importação e sem descarregamento do veículo transportador;
- O vendedor assume todas as despesas e riscos envolvidos até a entrega da mercadoria no local de destino designado, exceto quanto ao desembaraço de importação;
- Cabe ao comprador o pagamento de direitos, impostos e outros encargos oficiais por motivo da importação;
- Este termo pode ser utilizado para qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor entrega a mercadoria ao comprador, desembaraçada para importação no local de destino designado;
- É o INCOTERM que estabelece o maior grau de compromisso para o vendedor, na medida em que o mesmo assume todos os riscos e custos relativos ao transporte e entrega da mercadoria no local de destino designado;
- Não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto a obter, direta ou indiretamente, os documentos necessários à importação da mercadoria;
- Embora esse termo possa ser utilizado para qualquer meio de transporte, deve-se observar que é necessária a utilização dos termos DES ou DEQ nos casos em que a entrega é feita no porto de destino (a bordo do navio ou no cais).

Tipos de Incoterms

Estamos postando os tipos de Incoterms e achamos importante analisar cada um e chegar a uma decisão de qual iremos aplicar no nosso trabalho

- A mercadoria é colocada à disposição do comprador no estabelecimento do vendedor, ou em outro local nomeado (fábrica, armazém, etc.), não desembaraçada para exportação e não carregada em qualquer veículo coletor;Este termo representa obrigação mínima para o vendedor;
- O comprador arca com todos os custos e riscos envolvidos em retirar a mercadoria do estabelecimento do vendedor;
-Desde que o Contrato de Compra e Venda contenha cláusula explícita a respeito, os riscos e custos envolvidos e o carregamento da mercadoria na saída, poderão ser do vendedor;
- EXW não deve ser usado se o comprador não puder se responsabilizar, direta ou indiretamente, pelas formalidades de exportação;
- Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, desembaraçada para a exportação, aos cuidados do transportador internacional indicado pelo comprador, no local determinado;
- A partir daquele momento, cessam todas as responsabilidades do vendedor, ficando o comprador responsável por todas as despesas e por quaisquer perdas ou danos que a mercadoria possa vir a sofrer;
- O local escolhido para entrega é muito importante para definir responsabilidades quanto à carga e descarga da mercadoria: se a entrega ocorrer nas dependências do vendedor, este é o responsável pelo carregamento no veículo coletor do comprador; se a entrega ocorrer em qualquer outro local pactuado, o vendedor não se responsabiliza pelo descarregamento de seu veículo;
- O comprador poderá indicar outra pessoa, que não seja o transportador, para receber a mercadoria. Nesse caso, o vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria é entregue àquela pessoa indicada;
- Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.

- O vendedor encerra suas obrigações no momento em que a mercadoria é colocada ao lado do navio transportador, no cais ou em embarcações utilizadas para carregamento, no porto de embarque designado;
- A partir daquele momento, o comprador assume todos os riscos e custos com carregamento, pagamento de frete e seguro e demais despesas;- O vendedor é responsável pelo desembaraço da mercadoria para exportação;
- Este termo pode ser utilizado somente para transporte aquaviário (marítimo fluvial ou lacustre).

- O vendedor encerra suas obrigações quando a mercadoria transpõe a amurada do navio (ship's rail) no porto de embarque indicado e, a partir daquele momento, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos;
- A entrega se consuma a bordo do navio designado pelo comprador, quando todas as despesas passam a correr por conta do comprador;
- O vendedor é o responsável pelo desembaraço da mercadoria para exportação;
- Este termo pode ser utilizado exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).


- O vendedor é o responsável pelo pagamento dos custos necessários para colocar a mercadoria a bordo do navio;
- O vendedor é responsável pelo pagamento do frete até o porto de destino designado;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço da exportação;
- Os riscos de perda ou dano da mercadoria, bem como quaisquer outros custos adicionais são transferidos do vendedor para o comprador no momento em há que a mercadoria cruze a murada do navio;
- Caso queira se resguardar, o comprador deve contratar e pagar o seguro da mercadoria;
- Cláusula utilizável exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).

- A responsabilidade sobre a mercadoria é transferida do vendedor para o comprador no momento da transposição da amurada do navio no porto de embarque;- O vendedor é o responsável pelo pagamento dos custos e do frete necessários para levar a mercadoria até o porto de destino indicado;
- O comprador deverá receber a mercadoria no porto de destino e daí para a frente se responsabilizar por todas as despesas;
- O vendedor é responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação; - O vendedor deverá contratar e pagar o prêmio de seguro do transporte principal;
- O seguro pago pelo vendedor tem cobertura mínima, de modo que compete ao comprador avaliar a necessidade de efetuar seguro complementar;
- Os riscos a partir da entrega (transposição da amurada do navio) são do comprador;
- Cláusula utilizável exclusivamente no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).

- O vendedor contrata e paga o frete para levar as mercadorias ao local de destino designado;
- A partir do momento em que as mercadorias são entregues à custódia do transportador, os riscos por perdas e danos se transferem do vendedor para o comprador, assim como possíveis custos adicionais que possam incorrer;
- O vendedor é o responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação;
- Cláusula utilizada em qualquer modalidade de transporte.