
Texto extraído do Blog Página Um.
Brasil e Espanha reconheceram hoje a necessidade de colocar as relações bilaterais políticas no mesmo nível que as econômicas, enquanto o governo brasileiro solicitou maiores facilidades para um presença mais intensa de empresas do país na Espanha.
Assim de posicionaram os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e da Espanha, Miguel Angel Moratinos, que assinaram um programa de atuação em ciência e tecnologia, "áreas que ambos governos decidiram potencializar ao máximo", segundo Moratinos.
O chanceler espanhol fez suas declarações em uma coletiva de imprensa após uma reunião no âmbito do plano de relação estratégica, que prevê encontros anuais entre chanceleres e chefes de Governo.
"Brasil e Espanha têm uma relação muito boa. Mas apesar das visitas e da grande simpatia dos presidentes, ainda não se conseguiu colocar as relações políticas no mesmo nível que as relações econômicas. O Brasil é o segundo destino de investimento da Espanha, e a Espanha é o segundo maior investidor no Brasil", declarou Amorim.
Após enfatizar as coincidências em política exterior entre os dois países, o chanceler brasileiro destacou que "nossa aliança em termos político não chegou ainda a uma aliança estratégica, o que tem a ver com uma postura conformista de ver as relações".
De acordo com ele, "o Brasil vê a Espanha como parte da União Européia, e a Espanha vê o Brasil como parte da América Latina. Temos que valorizar mais as relações bilaterais e continuar facilitando as relações empresariais".
Nesse sentido, Amorim pediu uma "abertura recíproca", referindo-se a seis empresas espanholas que ganharam em sete leilões brasileiros no mercado de serviços.
"É necessário que se facilite que empresas brasileiras estejam também presentes em licitações na Espanha", afirmou o chanceler.
Por sua vez, Moratinos disse que durante a reunião ambos os representantes coincidiram que "as duas administrações não compartilhar o espírito de integração que os dois governos querem dar às relações".
Amorim deixou claro que "nos interessam muito ter relações estreitas coma União Européia (EU), mas as vezes o grupo as torna um pouco difíceis, como o embargo à carne brasileira, que é um desestímulo para um futuro acordo comercial".
Moratinos expressou seu desejo de que, no caso da reeleição do primeiro-ministro José Luís Rodríguez Zapatero nas eleições de 9 de março, ele viaje ao Brasil ao longo deste ano.
Assim de posicionaram os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e da Espanha, Miguel Angel Moratinos, que assinaram um programa de atuação em ciência e tecnologia, "áreas que ambos governos decidiram potencializar ao máximo", segundo Moratinos.
O chanceler espanhol fez suas declarações em uma coletiva de imprensa após uma reunião no âmbito do plano de relação estratégica, que prevê encontros anuais entre chanceleres e chefes de Governo.
"Brasil e Espanha têm uma relação muito boa. Mas apesar das visitas e da grande simpatia dos presidentes, ainda não se conseguiu colocar as relações políticas no mesmo nível que as relações econômicas. O Brasil é o segundo destino de investimento da Espanha, e a Espanha é o segundo maior investidor no Brasil", declarou Amorim.
Após enfatizar as coincidências em política exterior entre os dois países, o chanceler brasileiro destacou que "nossa aliança em termos político não chegou ainda a uma aliança estratégica, o que tem a ver com uma postura conformista de ver as relações".
De acordo com ele, "o Brasil vê a Espanha como parte da União Européia, e a Espanha vê o Brasil como parte da América Latina. Temos que valorizar mais as relações bilaterais e continuar facilitando as relações empresariais".
Nesse sentido, Amorim pediu uma "abertura recíproca", referindo-se a seis empresas espanholas que ganharam em sete leilões brasileiros no mercado de serviços.
"É necessário que se facilite que empresas brasileiras estejam também presentes em licitações na Espanha", afirmou o chanceler.
Por sua vez, Moratinos disse que durante a reunião ambos os representantes coincidiram que "as duas administrações não compartilhar o espírito de integração que os dois governos querem dar às relações".
Amorim deixou claro que "nos interessam muito ter relações estreitas coma União Européia (EU), mas as vezes o grupo as torna um pouco difíceis, como o embargo à carne brasileira, que é um desestímulo para um futuro acordo comercial".
Moratinos expressou seu desejo de que, no caso da reeleição do primeiro-ministro José Luís Rodríguez Zapatero nas eleições de 9 de março, ele viaje ao Brasil ao longo deste ano.
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